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Bilionário russo quer comprar os supermercados Dia

Postado dia 06 de Fevereiro de 2019 às 11h30m

Um bilionário russo quer assumir o controle total da rede espanhola de supermercados Dia. Segundo o jornal Folha de são Paulo, Mikhail Fridman ofereceu € 417 milhões (R$ 1,7 bilhões) para adquirir o negócio.

A LetterOne, companhia de Fridman, já possui 29% das ações da varejista. A rede espanhola passa por uma crise desde 2017 e, no ano passado, perdeu mais de 90% do valor de mercado

Fonte Bahia noticias.

Conselho Fed. de Medicina publica resolução que regulamenta atendimento online

Postado dia 06 de Fevereiro de 2019 às 09h31m

O Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou, no Diário Oficial da União desta quarta-feira (6), a Resolução nº 2.227/2018, que regulamenta a prática de telemedicina. A medida entra em vigor em maio deste ano.

 

De acordo com o texto, a telemedicina é definida como "o exercício da medicina mediado por tecnologias para fins de assistência, educação, pesquisa, prevenção de doenças e lesões e promoção de saúde". Para o atendimento à distância, os dados e imagens dos pacientes devem trafegar na internet com infraestrutura, gerenciamento de riscos e uma série de requisitos obrigatórios estabelecidos pelo CFM.

 

A tecnologia deve ser utilizada apenas em casos necessários e justificados, como para pacientes em áreas geograficamente remotas, "desde que existam as condições físicas e técnicas recomendadas e profissional de saúde". Uma das premissas obrigatórias é a relação médico-paciente presencial anterior ao atendimento online.

 

Em nota publicada nesta terça-feira (5), após críticas de conselhos médicos regionais (veja aqui), o CFM ressaltou que "continuará a promover debates, inclusive com consulta pública, visando o aperfeiçoamento dessa norma". A próxima oportunidade para discutir o tema, segundo a nota, será durante o II Fórum de Telemedicina, na sede do CFM, em Brasília.

 

Fonte Bahia Noticias

Progressão de pena é estímulo ao homicídio, diz Rui Costa

Postado dia 06 de Fevereiro de 2019 às 08h29m

Reeleito para mais quatro anos à frente do governo da Bahia com 75% dos votos, Rui Costa (PT) defende o endurecimento de penas para crimes contra a vida e uma articulação nacional para o enfrentamento da violência. À frente do maior estado governador pelo PT nesta legislatura, defende a construção de pontes com o governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) e afirma que o PT deve mudar a sua forma de fazer oposição.

“O PT tem em que fazer diferente, inovar na política e ajudar em tudo aquilo que for positivo para o povo brasileiro”, afirma Costa, que ainda defende que o partido se afaste de temas como a defesa do ditador da Venezuela Nicolás Maduro e se volte para assuntos que tenham relação mais direta com o cotidiano da população.



Pergunta - O Nordeste enfrenta uma escalada de violência nos últimos anos, com avanço de facções e ataques como os ocorridos no Ceará. Como enfrentar este problema e como o governo federal deve se envolver?

Costa - Os estados do Nordeste, de maneira geral, têm conseguido um avanço na segurança. O foco de todo mundo foi o de reduzir homicídio e, nos últimos quatro anos, estamos conseguindo colher resultados. Mas o fato é que cerca de 70% dos homicídios têm relação com relação direta ou indireta com o comércio de drogas. E não se combate um tráfico de drogas em que facções se articulam nacional e até internacionalmente atuando apenas no estado. É preciso uma integração maior no combate ao comércio ilegal das drogas e para isso é inevitável uma parceria com o governo federal.



O senhor tem defendido o endurecimento de penas em casos de crime contra a vida. Vai trabalhar para que o Congresso aprove estas medidas?

Costa - Eu defendi isso nos últimos quatro anos. Acho que é quase um estímulo ao homicídio quando você pega alguém que tirou a vida de uma pessoa e com um sexto da pena essa pessoa possa ter acesso à liberdade provisória, a uma série de progressões. Com o endurecimento da pena, a pessoa, no mínimo, vai pensar duas vezes antes de tirar a vida de alguém. E acho que também é preciso desburocratizar o fluxo de recursos para investir no sistema prisional e melhorar o funcionamento da Justiça para evitar um excesso de presos provisórios, que criam um círculo vicioso e um clima de instabilidade nos presídios.



O endurecimento das penas é uma pauta histórica do presidente Jair Bolsonaro, que foi eleito com grande apelo em torno do tema da segurança. Acha que os governos do PT erraram ao não enfrentar essa questão?

Costa -
 Isso vem de muitos anos. Desde o governo do PSDB, passando pelos governos do PT, o governo federal não tratou como deveria a segurança pública. O conceito predominante é de que a segurança pública é uma atribuição dos estados. Na minha opinião, isso é um erro conceitual. No passado, até poderia ser válido. Há 30, 40 anos, as gangues eram locais. Mas uma vez que o crime se nacionalizou e internacionalizou, não pode permanecer num conceito de que o combate ao crime é responsabilidade do estado.



Além do endurecimento das penas, o pacote proposto pelo ministro da Justiça, Sergio Moro, prevê prisão de condenados já na segunda instância. O senhor também defende esta medida?

Costa - 
Eu acho que tudo depende de como se der o processo investigativo e de provas, não dá para colocar tudo num cesto só. Se você tem um crime com provas robustas, depoimentos, documentos, imagens ou até uma confissão, acho que não precisa nem segunda instância para começar a cumprir a pena. Outra coisa é se paira dúvida se a pessoa é culpada ou não. Nesses casos, acho uma temeridade antecipar a prisão de alguém.



Como avalia o decreto assinado pelo presidente Bolsonaro que flexibilizou a posse de armas?

Costa - 
Eu acho uma temeridade num país em que morrem mais de 60 mil pessoas por ano você facilitar o acesso a armas. A tendência é aumentar o número de homicídios, até por coisas fúteis e fortuitas. O que vai acontecer é que aquela arma registrada em nome de um homem de bem ou de uma mulher de bem tem grande possibilidade de cair nas mãos de bandidos. Hoje, boa parte do armamento que está nas mãos de bandidos um dia foi armamento legal.



Os estados vivem uma situação financeira complicada e o rombo na Previdência é um dos principais gargalos. Como acha que este problema pode ser solucionado?

Costa -
 Aprovamos em 2015 a Previdência complementar. Para os novos servidores, essa questão está resolvida. O problema é o passivo. Em 2015, o nosso déficit na Previdência era de R$ 2 bilhões, este ano está em R$ 4 bilhões e em 2022 será R$ 8 bilhões. É uma curva exponencial que precisa ser enfrentada. Não há como se manter um modelo de pagamento do último salário integral para uma pessoa que não contribuiu isso a vida inteira. Tem professor que se aposenta com 51 anos e, como a expectativa de vida aumentou, ele vai receber a aposentadoria por mais anos do que contribuiu. Isso não se sustenta.



O senhor recentemente aumentou a alíquota de contribuição da Previdência, mas enfrentou uma forte resistência dos servidores.

Costa - 
Não mexemos em nenhum dos direitos adquiridos pelos servidores. Aumentamos a alíquota de 12% para 14%, o que vai nos gerar uma renda extra de R$ 250 milhões por ano. Isso não faz nem cócegas para o tamanho do rombo, mas já é uma medida. Temos que buscar outras alternativas para minimizar esse problema.



Não é hora de buscar atacar ainda mais a questão fiscal, reduzindo gastos desnecessários? Um exemplo: a Bahia é um dos poucos estados que paga auxílio-moradia a deputados estaduais, são R$ 3 milhões por ano.

Costa - 
Acho que todo mundo tem que dar a sua cota de sacrifício e é verdade que nem todos os Poderes estão dando a sua contribuição. A gente tem que se comparar com outros países que mais ricos e com maior tradição democrática. Nem todos os países, por exemplo, têm o seu Legislativo municipal remunerado. Na Alemanha, não há acúmulo de aposentadoria pública. E se a pessoa se aposentou e quer continuar trabalhando, reduz a aposentadoria a 60% do valor. A gente tem que parar de dar privilégios e oferecer para poucos aquilo que a gente não oferece para todos.



Frente a este cenário difícil, acha que a oposição deve colaborar com a aprovação das pautas econômicas do governo Bolsonaro?

Costa -
 Eu sou da tese de que devemos apoiar tudo aquilo que não vai violar nossos princípios, nossos valores e vá ajudar a melhorar a vida da população. Nunca fui um apaixonado pelo “quanto pior, melhor”. Não se credencia a ser governo ou voltar a ser governo apenas quem é contra por ser contra, não dá concretude ao seu argumento. Tudo que eu puder ajudar como cidadão e como governador para ajudar a fazer o Brasil melhor, eu vou fazer.



Mas o senhor vai defender isso internamente dentro do seu partido? O PT sempre foi muito criticado por fazer uma oposição intransigente.

Costa - 
Este não é um padrão do PT, mas da maioria dos partidos. No período [dos ex-presidentes] Lula e Dilma, o PSDB e o DEM fizeram exatamente igual. Às vezes acontecia de partidos e deputados que votavam contra uma determinada medida nacionalmente, mas apoiava a mesma coisa localmente. Fica até um negócio hilário. Por exemplo, o PSDB e DEM votaram contra o aumento da alíquota da Previdência na Bahia, mas se o novo governo federal apresentar esta mesma medida, eles vão votar a favor. Acho que não dá para ser incoerente, temos que saber quais são os nossos valores e votar conforme eles.



O senhor defende que o PT pratique um outro tipo de oposição?

Costa -
 Eu defendo. Acho que o PT não pode mais repetir esse padrão de comportamento. Tem que fazer diferente, inovar na política e ajudar em tudo aquilo que for positivo para o povo brasileiro.



Acha possível reverter atual onda de antipetismo?

Costa - 
O forte do PT sempre foi a sua proximidade com os mais pobres, com as comunidades. E ao longo dos anos em que o PT governou, houve afastamento progressivo do partido da população. Não conceitualmente, mas no dia a dia. O PT precisa sentir mais de perto as angústias e ouvir a população. Por que eu defendo endurecimento de penas? Porque eu estava na rua vendo a angústia do povo que não aguenta mais tanta criminalidade. Se você não está perto do povo, você fica preso a preconceitos e não se dá conta da realidade. O PT precisa se reaproximar do povo.



Acha que o partido erra ao tratar de temas como a defesa do [ditador da Venezuela] Nicolás Maduro e do terrorista Cesare Batistti?

Costa -
 Acho que talvez o partido tenha valorizado demais temas que não impactam diretamente a vida das pessoas. Isso de alguma forma facilita o trabalho da oposição. Por outro lado, se criticou muito uma certa ideologia nos governo do PT, mas eu confesso que nunca vi tanto discurso ideológico como nesses dias de governo [Bolsonaro].



O presidente Bolsonaro tem colocado a dessalinização como uma solução para o problema hídrico do Nordeste. Acha viável?

Costa - 
O Nordeste já usa essa tecnologia há muitos anos. Eu estive em Israel há pouco tempo e que eles fazem lá —e que nós não fazemos— é o uso de larga escala de dessalinização da água do mar para abastecer grandes cidades. Mas isso não é compatível com nossa realidade porque temos outras opções mais baratas para abastecer cidades litorâneas. A carência nossa não é tanto dessalinizar água, mas ter recursos para levar para o sertão a água que muitas vezes não está nem tão longe. Mas acho positivo que o presidente esteja preocupado com abastecimento de água, em dialogar para buscar novas tecnologias.



Mas o senhor tem visto esta abertura ao diálogo do presidente? Ele até cobrou que os governadores do Nordeste colocassem fotos dele em seus gabinetes.

Costa - 
Eu nunca pedi que nenhum prefeito coloque retrato meu em gabinete, nunca pedi. Mas acho que ainda não dá para avaliar se o presidente está aberto ao diálogo. Espero que esteja. Da minha parte, sempre que o presidente chamar, estarei à disposição para conversar, compartilhar ideias e apontar soluções.

Fonte. Bahia noticias 

Após reunião, Maia diz que meta é ter votos para Previdência em dois meses.

Postado dia 05 de Fevereiro de 2019 às 16h18m

Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) espera que em dois meses o governo de Jair Bolsonaro (PSL) consiga maioria de votos para aprovar a reforma da Previdência. Ele chegou a essa estimativa após reunião com o ministro da Economia, Paulo Guedes, na tarde desta terça-feira (5).

 

 

"O nosso problema é garantir em dois meses que a reforma da Previdência tenha 320, 330 deputados a favor. Esse é o desafio que a gente começa a trabalhar hoje", afirmou o deputado federal em coletiva de imprensa. Como se trata de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), a reforma precisa ser aprovada por três quintos dos deputados, ou seja, 308 dos 513 parlamentares empossados.

 

Se a Câmara conseguir aprovar a PEC até maio, o democrata acredita que entre junho e junho o texto chegue ao Senado.

 

Quanto à qualidade do projeto, Maia disse que o texto "vem agregando ideias". "Acho que é uma proposta que está olhando para o futuro do Brasil, o futuro do nosso sistema previdenciário", declarou.

 

Já Paulo Guedes, que acompanhou toda a coletiva com Maia, também falou sobre a reforma. Segundo ele, a expectativa é entregar o projeto final assim que o presidente Jair Bolsonaro receber alta médica (veja aqui). Por enquanto, alguns pontos do projeto, a exemplo da idade mínima de homens e mulheres para aposentadoria, permanecem em discussão.

 

Fonte. Bahia Noticias

Raimundo da Pesca aloca em seu gabinete advogado que doou para sua campanha

Postado dia 05 de Fevereiro de 2019 às 15h14m

O deputado federal de primeira viagem Raimundo da Pesca (PR) alocou em seu gabinete o advogado José George Santana da Hora Junior, nível 18, em Brasília, conforme publicação no Diário Oficial da União desta terça-feira (5).

O novo secretário parlamentar doou R$ 5.630,00 para a campanha do deputado ano passado, durante a campanha que o elegeu com 38.829 votos. Foram feitos três depósitos: R$ 5 mil em espécie, além R$ 600 e R$ 30 em transferência eletrônica.

Fonte. Bahia Noticias.

Santo Amaro: Prefeito é alvo de três inquéritos abertos por MP-BA

Postado dia 05 de Fevereiro de 2019 às 09h45m

O prefeito de Santo Amaro, no Recôncavo, Flaviano Rohrs da Silva Bonfim, é alvo de três inquéritos do Ministério Público do Estado (MP-BA). A informação foi publicada nesta terça-feira (5). Os casos teriam ocorrido no ano de 2017. Um dos inquéritos apura suposta fraude em dispensa de licitação que contratou uma fornecedora de materiais de consumo para atender os consultórios odontológicos do município. O gasto para a prefeitura foi de R$ 256,1 mil. Além do prefeito, o inquérito também apura a participação do secretário de administração local.

 

O segundo inquérito investiga também supostas irregularidades em dispensa de licitação. No caso, para contratação de prestação de serviços em informática e fornecimento de combustíveis. Já o terceiro inquérito apura supostas irregularidades na contratação de empresa para prestação de serviços de manutenção e conservação de prédios públicos com fornecimento de mãos de obra especializada e materiais para o município. 

 

Fonte. Bahia noticias.

Alcolumbre não quer respeitar proporcionalidade para compor a Mesa do Senado

Postado dia 05 de Fevereiro de 2019 às 08h14m

Presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM) não quer respeitar a proporcionalidade para compor a Mesa da Casa, segundo a Coluna do Estadão.

De acordo com a publicação, o democrata quer dar preferência aos partidos que o apoiaram: PSDB, DEM, PSL, Podemos, Rede e PSB. Com o MDB, ele topa negociar a 2ª Secretaria, uma suplência e duas comissões da Casa.

A 1ª vice-presidência da Mesa e a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que, pela proporcionalidade, iriam para o partido de Renan Calheiros, ficam com o PSDB. O mineiro Antônio Anastasia ocupará um desses dois cargos. Os tucanos topam abrir mão do colegiado para indicar Simone Tebet. O partido dela, o MDB,porém, não aceitou o acordo.

Fonte Bahia noticias.

Bolsonaro deve permanecer internado pelos próximos sete dias

Postado dia 04 de Fevereiro de 2019 às 16h30m

Internado há 10 dias, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) deve permanecer no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, até o fim desta semana. O prolongamento de sua estadia na unidade de saúde se deve ao fato de um antibiótico que o capitão vai tomar nos próximos sete dias.

 

 

Em coletiva de imprensa na tarde desta segunda-feira (4), o porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo, explicou que os médicos optaram pelo remédio a fim de evitar uma eventual infecção - antes, Bolsonaro registrou febre e seus exames laboratoriais indicaram um aumento nos leucócitos.

 

Fonte Bahia Noticias.

Presidente da CCJ, Aleluia diz que vai respeitar minoria: 'Sou contra ideol

Postado dia 04 de Fevereiro de 2019 às 14h58m

O novo presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara de Salvador, o vereador Alexandre Aleluia (DEM) disse que vai respeitar a minoria no colegiado.

“Tem que respeitar as minorias, os partidas de oposição. Tudo será votado e discutido da maneira amais serena possível. Tenho minhas posições como vereador, mas tenho que prezar pelo bom funcionamento do colegiado”, afirmou.

“Eu sempre falo que não tenho ideologia. Como uma pessoa que gosta de preservar valores da sociedade, acabo rechaçando qualquer filtro, e o que possa desvirtuar a realidade e enxergar a vida por um prisma de ideológico”, completou.

Fonte Bahia Noticias.

Renan Calheiros ataca jornalista após ser chamado de arrogante em artigo

Postado dia 04 de Fevereiro de 2019 às 08h24m

O senador Renan Calheiros (MDB) atacou a colunista da revista Veja Dora Kramer após a jornalista o chama-lo de arrogante em um artigo. Em uma postagem no Twitter, o emedebista disse que Kramer o assediava. 

“A Dora Kramer acha que sou arrogante. Não sou. Sou casado e por isso sempre fugi do seu assédio. Ora, seu marido era meu assessor, e preferi encorajar Geddel e Ramez, que chegou a usar um membro mecânico para namorá-la. Não foi presunção. Foi fidelidade”, disse Renan.

Após a repercussão da postagem, Renan apagou. Nas redes sociais, jornalistas defenderam Dora Kramer.  Colunista do jornal Estado de São Paulo, Vera Magalhães chamou o senador de “cafajeste” e “machista”. No artigo publicado na Veja, Kramer atribui a derrota de Renan na disputa pela presidência do Senado à “própria arrogância”.



 

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