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Bolsonaro evolui bem após nova cirurgia, diz boletim médico

Postado dia 13 de Setembro de 2018 às 10h37m

O candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) voltou a ser admitido na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Albert Einstein, na capital paulista, onde evolui bem após passar por nova cirurgia, diz boletim médico divulgado na manhã de hoje (13).

Bolsonaro tinha recebido alta da UTI na última terça-feira (11), mas precisou passar por cirurgia de urgência na noite de ontem.

Durante a quarta-feira, o candidato apresentou distensão abdominal progressiva sugerindo o diagnóstico de obstrução intestinal - diagnóstico confirmado por tomografia computadorizada.

Ele foi levado para a cirurgia de urgência onde foram desfeitas as aderências do intestino e liberado o ponto de obstrução. Os médicos cuidaram também de um extravasamento de secreção intestinal em uma das suturas realizadas anteriormente para correção dos ferimentos intestinais.

De acordo com o boletim, esse tipo de complicação é mais frequente em incidentes como o de Bolsonaro do que em cirurgias programadas. Foi realizada limpeza abdominal num procedimento que durou duas horas.

O deputado Major Olímpio (PSL) informou que a evolução do candidato é positiva. Segundo ele, Bolsonaro acordou hoje às 4h da manhã da sedação da cirurgia. “Foi feita a desobstrução, as suturas onde havia extravasamento, inclusive, de material, que estava provocando a dor, o inchaço, as náuseas. A nossa expectativa é de melhoras”, disse. Não há prognóstico sobre tempo de recuperação do candidato.

Histórico

No último dia 6, em Juiz de Fora (MG), Bolsonaro levou uma facada na região abdominal durante atividade de campanha nas ruas da cidade. Ele foi atendido pela Santa Casa de Juiz de Fora onde passou por cirurgia.

Na sexta-feira (7), o candidato foi transferido para o Hospital Albert Einstein, a pedido da família. Da Agência Bra

TRIBUNA

Hiperativismo judicial' pode tumultuar eleições

Postado dia 12 de Setembro de 2018 às 17h39m

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), criticou nesta quarta-feira (12), o que chamou de "hiperativismo" do Judiciário e Ministério Público em relação a processos movidos contra candidatos no pleito de 2018. Segundo Gilmar, há um notório "abuso de poder de litigar" e um risco de tumulto ao processo eleitoral.

Os comentários foram feitos ao ser questionado sobre como avaliava a prisão do ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB), candidato ao Senado e alvo de duas operações policiais na última terça-feira, 11. O ministro também citou os casos envolvendo os candidatos à Presidência da República Geraldo Alckmin (PSDB) e Fernando Haddad (PT).

Richa é suspeito de envolvimento em um esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e fraude em licitações do setor de rodovias no Estado, durante seus dois governos, entre 2011 e abril de 2018. Gilmar, que destacou não ter mais informações sobre o caso do tucano, ressaltou, no entanto, que a prisão preventiva a menos de um mês da eleição "suscita muita dúvida".

"Não tenho dados sobre o caso, mas de fato todo esse hiperativismo que se revela no contexto, na prisão, neste caso, nos processos contra candidatos, Alckmin, Haddad, com processos antigos. Pelo que estava olhando no caso do Richa, é um episódio de 2011", destacou o ministro. "Acho que é preciso moderação. Do contrário, daqui a pouco podemos, inclusive, tumultuar o pleito eleitoral. Sabemos lá que tipo de consórcio há entre um grupo de investigação e um dado candidato?", levantou.

Na última semana, o Ministério Público de São Paulo ajuizou ação de improbidade administrativa contra Alckmin, alegando haver indícios de que o ex-governador aceitou recursos da empreiteira Odebrecht, por meio de caixa dois, para financiar sua campanha à reeleição, em 2014. Um dia antes, Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo, foi denunciado pelo MP-SP pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. Contra Haddad, o MP ainda moveu uma ação de improbidade administrativa. Todos negam qualquer irregularidade.

Nesta terça-feira, os casos de Richa, Alckmin e Haddad foram citados em um memorando do conselheiro do CNMP Luiz Fernando Bandeira de Mello destinado à Corregedoria Nacional do MP. No documento, o conselheiro propõe que seja investigada a cronologia dos procedimentos preparatórios das ações e se houve coincidência proposital com o calendário das eleições.

Hoje, Gilmar destacou a necessidade de atuação do CNMP. "É notório um abuso de poder de litigar. É preciso realmente colocar freios. A Procuradoria-Geral da República tem que atuar nisso e também o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). Acho que em boa hora o CNMP tomou essa deliberação", observou o ministro.

Delação

Ao tecer os comentários sobre a situação dos candidatos, Gilmar voltou a criticar a atuação do Ministério Público em relação aos acordos de delação. "Ainda estamos sob esse signo dos escândalos, que vinha da gestão passada da PGR, é preciso encerrar esse ciclo, não podemos andar com passos de bêbados", disse Gilmar, citando a série de inquéritos baseados na delação da Odebrecht arquivados pelos ministros nos últimos meses, por falta de provas e excesso de prazos das investigações. Já são nove engavetados sem que haja pedido da Procuradoria-Geral da República.

"(Os delatores) acusaram os verdadeiros responsáveis? Essa é a pergunta que se faz. Escalaram 70 e poucos delatores de 'ouvir dizer'", disse o ministro, dando como exemplo o arquivamento da investigação contra a senadora Kátia Abreu (PDT-TO), vice na chapa do candidato à Presidência da República Ciro Gomes (PDT). O inquérito foi arquivado na última terça-feira pela Segunda Turma.

"Usaram da delação para de fato colaborar ou só fizeram biombo de fumaça? Estamos vendo em casos concretos muita coisa sendo arquivada. Não acho que se deve revogar delação, mas tem que ser feita por pessoas responsáveis", afirmou o ministro, acrescentando ainda que o desafio atual é a reavaliação dos benefícios concedidos aos delatores.

TRIBUNA

NOB vai receber prêmio internacional de assistência ao paciente com câncer

Postado dia 12 de Setembro de 2018 às 17h05m

O NOB (Núcleo de Oncologia da Bahia) / Grupo Oncoclínicas acaba de conquistar um prêmio internacional que reconhece a qualidade e excelência da assistência prestada ao paciente com câncer. Trata-se do Prêmio da Associação Internacional de Estudo do Câncer de Pulmão (Fundação IASLC), que reconhece a equipe multidisciplinar do NOB como referência no tratamento oncológico na América Latina. O prêmio é uma homenagem ao trabalho de toda equipe multidisciplinar - médicos oncologistas, cirurgiões torácicos, pneumologistas, especialistas em cuidados paliativos, psicólogos, enfermeiros, nutricionista, farmacêuticos – que atua no atendimento ao paciente com câncer. A premiação será entregue durante a 19ª Conferência Mundial sobre Câncer de Pulmão da IASLC (# WCLC2018), de 23 a 26 de setembro, em Toronto, no Canadá. A conferência é a maior reunião cientifica mundial dedicada ao câncer de pulmão e outras doenças malignas torácicas. Com  cerca de sete mil participantes de mais de 100 países, o evento vai abordar os mais recentes avanços e pesquisas da área

Um dos diferenciais importantes dessa premiação é que ela é resultado de uma pesquisa feita com os próprios pacientes. “Esse reconhecimento valida toda a qualificação e dedicação da equipe multidisciplinar e reforça a importância da assistência integral ao paciente com câncer”, afirma a oncologista Samira Mascarenhas, do NOB. A premiação avalia o atendimento integral ao paciente oncológico e leva em conta os cuidados médicos da equipe multidisciplinar, a atenção, a abordagem humanizada e o acolhimento, envolvendo todo as etapas que o paciente percorre na clínica, desde quando passa pela portaria até o atendimento nos consultórios e ambulatórios.

Sobre o NOB

O NOB (Núcleo de Oncologia da Bahia) integra o Grupo Oncoclínicas, que reúne mais de 50 unidades de referência no tratamento oncológico no país. Fundado em 1992, o NOB tem sua sede na Avenida Ademar de Barros, 123, no bairro de Ondina, em Salvador, e conta também com unidades em Lauro de Freitas e no Hospital da Bahia, tendo como missão o acolhimento e a saúde integral do paciente oncológico. Para isso, conta com um corpo clínico formado por diversos especialistas, dentre oncologistas, hematologistas, reumatologistas, algologistas (tratamento da dor), nutricionistas e psicólogos que atuam juntos de forma multidisciplinar, com foco no atendimento humanizado e individualizado para garantir o melhor para o paciente. Sua equipe é altamente qualificada e comprometida com o aprimoramento contínuo.

A instituição conta com a parceria de um centro de referência mundial em tratamento do câncer, o Dana Farber Cancer Institute, afiliado a Escola de Medicina de Harvard, nos Estados Unidos. Para mais informações, visite http://www.nucleodeoncologia.com.br/

TRIBUNA

Especialista vê oportunismo em discurso do 'novo' na política

Postado dia 12 de Setembro de 2018 às 08h13m

Um dos efeitos dos casos de corrupção descortinados pela Operação Lava Jato foi o desencanto de parte do eleitorado brasileiro com os políticos tradicionais, levando a uma proliferação de candidatos colocando-se como alternativas à “velha política”. Para o historiador político Carlos Zacarias, no entanto, tal discurso é uma tentativa de confundir o eleitor mal informado.

“Tradicionalmente, os políticos brasileiros sempre se apresentam como o novo, porque a política é alheia aos interesses da população. [...] E os políticos passaram por maus bocados, principalmente a partir de 2013. As pessoas querem se apegar a qualquer coisa. E como muitas pessoas são mal informadas, acreditam em qualquer um que se mostre como o novo mesmo não sendo. Um exemplo disso é Jair Bolsonaro, que tem 27 anos de Congresso e todos os filhos na política. Ele se orgulha de dizer que é do baixo-clero, como se isso fosse sinônimo de não ser corrupto”, avaliou. 

“E idem para outros candidatos. O que parece ser necessário é as pessoas não escolherem o novo pelo novo. Tem muita gente que passou pela Câmara que fez um bom trabalho”, acrescentou. Uma das principais frentes a levantarem a bandeira de uma suposta nova política é o Partido Novo, que lançou João Amôedo na disputa pela presidência da República. Ex-vice-presidente do Unibanco, ele se diz liberal na economia e conservador nos costumes.  “Primeiro que o partido de Amoêdo foi fundado pelo banco Itaú. Ninguém pode dizer que é novo e ser patrocinado por um banco como esse. É de um profundo oportunismo. Ele é membro de uma tradição que há anos comanda a política no Brasil, financiando campanha, fazendo lobby no Congresso... É lamentável que alguém acredite nisso”, disse Zacarias. 

 

Jair Bolsonaro daria entrevista ao G1 e à CBN nesta quarta-feira, dia 12

Postado dia 12 de Setembro de 2018 às 00h12m

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, participaria nesta quarta-feira (12), das 8h às 9h, da série de entrevistas do G1 e da CBN com os presidenciáveis (veja o calendário). Mas ele continua internado e não pode comparecer ao estúdio da CBN em São Paulo, onde ocorreria a entrevista.

Bolsonaro está internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, desde sexta-feira (7), após ser esfaqueado por um homem em Juiz de Fora (MG) na quinta-feira (6).

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, participaria nesta quarta-feira (12), das 8h às 9h, da série de entrevistas do G1 e da CBN com os presidenciáveis (veja o calendário). Mas ele continua internado e não pode comparecer ao estúdio da CBN em São Paulo, onde ocorreria a entrevista.

Bolsonaro está internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, desde sexta-feira (7), após ser esfaqueado por um homem em Juiz de Fora (MG) na quinta-feira (6).

A data da entrevista com Bolsonaro havia sido acertada em agosto, em sorteio realizado na presença de representantes dos partidos. Conforme explicitado na ocasião, um dos pressupostos para a entrevista ocorrer é a presença física do candidato no estúdio da CBN.

Diante da ausência de Bolsonaro em razão do atentado sofrido durante a campanha, o G1 e a CBN procuraram, na terça-feira (11), a assessoria do candidato e ofereceram a possibilidade de a entrevista presencial ocorrer em outra data neste mês, no mesmo horário das demais: das 8h às 9h. Ainda não houve resposta.

 

 

Defesa de Geddel vai ser ouvida no STF nesta terça-feira

Postado dia 10 de Setembro de 2018 às 16h18m

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), agendou para terça-feira (11) a oitiva de uma testemunha de defesa na ação penal contra os irmãos Geddel e Lucio Vieira Lima (MDB). 

A audiência por videoconferência na 2ª Vara Especializada Criminal da Seção Judiciária da Bahia, estava marcada para esta segunda-feira (10), mas teve que ser reagendada porque a defesa alegou estar em viagem internacional.

Também são réus da ação a mãe dos emedebistas, Marluce Vieira Lima, e o ex-assessor Job Ribeiro Brandão. Eles respondem por lavagem de dinheiro e associação criminosa no caso das malas de R$ 51 milhões.

 

TRIBUNA

Fachin mantém prisão de três alvos da Lava Jato

Postado dia 10 de Setembro de 2018 às 15h47m

O ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, decidiu manter a prisão de três alvos da Operação Lava Jato, da Polícia Federal. O magistrado indeferiu os pedidos de liminar protocolados pela defesa dos acusados.

São eles o ex-gerente da Transpetro José Antônio de Jesus, Djalma Rodrigues de Souza (ex-diretor da Petroquisa), e o engenheiro Sérgio Souza Boccaletti, acusado de ter atuado como intermediário do Grupo Odebrecht. Fachin não verificou, em primeira análise, "qualquer ilegalidade flagrante que autorize a revogação das custódias". 

Nos três pedidos, o ministro não verificou, em um juízo preliminar, "ilegalidade flagrante nas decisões que justifiquem a concessão da liminar". 

O ministro lembrou que o deferimento de liminar em habeas corpus é medida excepcional que só se justifica quando a situação demonstrada nos autos representar manifesto constrangimento ilegal, o que não se verificou nos três casos.

 

TRIBUNA

 

Raio Laser - 10/9 - Ansiedade

Postado dia 10 de Setembro de 2018 às 09h16m

Os petistas baianos aguardam ansiosos a decisão do partido em nível nacional, prevista para o dia de hoje ou, no mais tardar, amanhã com relação à definição da candidatura presidencial da legenda. Depois das últimas posições da Justiça, confirmando a dificuldade de o ex-presidente Lula poder concorrer à sucessão presidencial, mais uma decisão tomada ontem, da lavra do ministro Luis Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), confirmou que não há hipótese de saída para o petista, que terá que se confirmar com o impedimento judicial para que concorra. Na Bahia, como já sinalizaram antecipadamente tanto o governador Rui Costa (PT) quanto o ex-governador Jaques Wagner, a torcida é pela definição, o quanto antes, de Fernando Haddad como candidato à Presidência.

Expectativa

Aliás, pelas conversas que se ouviam ontem entre deputados e dirigentes petistas, tudo indicava que de fato Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo, seria guindado à condição de candidato à Presidência no lugar de Lula, apesar do desinteresse de setores da legenda devotados à tese de que o ex-presidente deveria continuar forçando as portas da Justiça.

Risco grande

Apesar de a Bahia estar fora do eixo decisório petista, não eram poucos os membros do partido que comentavam ontem em Salvador que o ex-presidente Lula estava agastado com a idéia de ser substituído por Fernando Haddad como candidato à Presidência e, desta forma, perder sua importância no partido, inclusive desaparecendo como político devido à prisão em Curitiba.

Ciúme 

Candidatos a deputado federal próximos da prefeitura de Salvador estão atentos à movimentação de um deputado federal, candidato à reeleição, que está circulando com muita desenvoltura no Palácio Thomé de Souza. O estranhamento vem do fato do referido parlamentar estar na coligação que apoia o governo do estado.

Temor (Rui Costa)

Na cúpula petista, a avaliação é de que pode ser uma tragédia um eventual governo Jair Bolsonaro (PSL) para a administração petista de Rui Costa (PT) na Bahia, no caso de o governador se reeleger, como os petistas esperam. Não se sabe como a Bahia poderia enfrentar o prolongamento do garrote, iniciado no governo Michel Temer (PT), a quem desde o primeiro momento Rui tratou como "golpista". 

Sem comprovar

É grande a tentativa de correligionários e da família de Jair Bolsonaro, presidenciável do PSL, de tratar o ato tresloucado do pedreira Adélio Bispo de Oliveira como um atentado político que teria um partido ou um grupo político por trás, o que as investigações levadas a cabo até o momento pela própria Polícia Federal definitivamente não conseguem provar.

Tribuna da Bahia

 

A cada 40 segundos, há um suicídio no mundo

Postado dia 10 de Setembro de 2018 às 07h28m

No Brasil, há um suicídio a cada 45 minutos.  Os dados mundiais indicam que ocorre uma tentativa a cada três segundos e um suicídio a cada 40 segundos. No total, chega-se a 1 milhão de suicídios no mundo. Provocar o fim da própria vida está entre as principais causas das mortes entre jovens, de 15 a 29 anos, e também de crianças e adolescentes.

No esforço para mudar esses números, a Organização Mundial da Saúde (OMS) definiu que a data de 10 de Setembro é o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio.  Há quatro anos a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), em parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM), promove a campanha nacional Setembro Amarelo.

À Agência Brasil, o presidente eleito da Associação Psiquiátrica da América Latina (Apal) e superintendente técnico da ABP, Antônio Geraldo da Silva, destacou a importância da campanha para prevenção e conscientização.

“Esses números são altíssimos, mas nós sabemos que são falhos. Mesmo assim, são assustadores.”

Crianças e jovens

Pelos dados da OMS, o suicídio é a terceira causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos. É também a sétima causa de morte de crianças entre 10 e 14 anos de idade. O caminho, segundo Silva, é adotar medidas preventivas de ajuda e auxílio.

“É uma maneira de a gente salvar vidas porque 90% dos suicídios poderiam ser evitados se as pessoas tivessem acesso a tratamento e pudessem tratar a doença que leva ao suicídio”, afirmou o presidente da Apal.

Segundo o psiquiatra, em geral, a maior parte das pessoas que tenta colocar fim à vida sofre de algum tipo de transtorno mental.  

“Os estudos mostram que 100% de quem se suicida têm uma doença mental. Os trabalhos mostram isso. Nem 100% de quem pensa em suicídio têm doença mental, mas 100% de quem suicida têm transtorno mental”, afirmou.

Redes sociais

A Associação Psiquiátrica da América Latina (Apal) pretende lançar campanhas nas redes sociais ao longo deste mês para alertar sobre suicídio e oferecer apoio e ajuda. Antônio Geraldo da Silva disse que os especialistas devem abordar o assunto e buscar mais informações com psiquiatras.

A ABP quer levar isso para a população. “A ABP quer popularizar. Nós estamos levando isso para as escolas,  empresas e instituições”, afirmou o médico. “O que entristece os membros da ABP é ver que as pessoas querem abordar o assunto, mas negando a doença mental, que a depressão ou a esquizofrenia existam.”

O médico acrescentou: “Se a gente negar que a doença mental existe, como vai falar de suicídio, sabendo que 100% de quem suicida têm doença mental?”.  “É uma doença como outra qualquer. Não escolhe raça, cor, nada”.

Drogas

O psiquiatra Jorge Jaber, membro fundador e associado da International Society of Addiction Medicine, especialista no tratamento de dependentes químicos, ressaltou que o uso de álcool e drogas é o segundo fator depois das doenças psiquiátricas, como ansiedade e depressão, que leva ao aumento de suicídios.

Segundo ele, o suicídio é a causa de morte mais facilmente evitável entre todas as doenças. “Enquanto doenças infecciosas, cardiovasculares e tumores precisam de grande aporte médico e cirúrgico de alto custo, o impedimento médico do suicídio pode ser atingido com remédios bem mais baratos e somente conversando com o paciente.”

Para Jaber, o fundamental é dar atenção e escutar aquele que pensa em cometer o suicídio. “O fato de alguém que tenta suicídio ser escutado por cerca de 20 minutos pode impedir que ele tenha o impulso de cometer o ato. Ouvir o suicida salva a vida dele”.

Na clínica onde atende dependentes químicos, Jaber informou que pelo menos 20% dos pacientes internados tentaram suicídio. “Quanto mais as pessoas falarem sobre o suicídio, menos suicídios ocorrerão” disse. Da Agência Brasil

 

Tribbuna da Bahia

 

Fachin nega pedido da defesa de Lula para suspender inelegibilidade

Postado dia 06 de Setembro de 2018 às 06h05m

O ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para suspender a inelegibilidade do petista.

No pedido analisado por Fachin, a defesa pretendia que a condenação determinada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) no âmbito da Lava Jato, no caso do triplex do Guarujá, fosse suspensa.

Os advogados apresentaram como argumento a decisão liminar (provisória) do Comitê de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), que pediu ao Brasil para garantir os direitos políticos de Lula.

G1

Para o ministro, o pronunciamento do comitê da ONU não suspende a condenação de Lula. Fachin concluiu que a decisão do comitê tem apenas efeito eleitoral, e não criminal.

"O pronunciamento do Comitê dos Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas não alcançou o sobrestamento do acórdão recorrido, reservando-se à sede própria a temática diretamente afeta à candidatura eleitoral", diz a decisão do ministro.

Fachin entendeu, ainda, que o argumento da defesa não possui elementos suficientes para garantir a concessão do pedido. Fachin determinou o arquivamento do caso, mas a defesa de Lula ainda pode recorrer para que a questão seja julgada em plenário.

"As alegações veiculadas pela defesa não traduzem plausibilidade de conhecimento e provimento do recurso extraordinário, requisito normativo indispensável à excepcional concessão da tutela cautelar pretendida. Registro que esta decisão limita-se à esfera cautelar, de modo que não traduz exame exauriente e definitivo da pretensão recursal explicitada em sede extraordinária", afirmou Fachin.

O ministro destacou que suspender os efeitos da condenação indicaria a admissibilidade do recurso contra a decisão do TRF-4, que ainda nem foi enviado ao STF.

"Não se trata de medida processual manejada a fim de impugnar o acórdão, proferido pelo Tribunal Superior Eleitoral, que culminou no indeferimento do registro da candidatura do ora requerente. O que se tem em apreço, em verdade, é o debate acerca da manutenção ou sobrestamento dos efeitos do acórdão proferido, na seara processual penal, pelo respectivo Tribunal Regional", observou Fachin.

 

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