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Paulo Magalhães diz que é preciso recuperar a credibilidade na política

Postado dia 28 de Setembro de 2018 às 08h36m

O deputado federal Paulo Magalhães (PSD) afirma que é difícil fazer qualquer projeção a respeito do próximo governo sem que o presidente esteja definido. "Primeiro tenho que saber qual será o próximo presidente. Não adianta fazer conjectura política se o presidente não absorver as propostas que a gente levar. A minha história na política é muito fácil. Pautei minha vida em verdades e em programas para melhorar a qualidade de vida do povo. Por isso que me elegi sete vezes", diz à Tribuna.

Para o parlamentar, o próximo presidente da República precisará recuperar a "credibilidade" da classe política assim que assumir o mandato pelos próximos quatro anos. "Os políticos precisam atacar isso. Credibilidade na classe, porque sem força e sem credibilidade o Congresso fica de cócoras aceitando tudo", alfineta. Ele critica a proposta de Reforma da Previdência do presidente Michel Temer (MDB). "Nunca se roubou nesse país como se rouba agora", critica. 

Magalhães é formado em Administração de Empresas, pela Escola de Administração de Empresas da Bahia de Salvador em 1975. Especializou-se em Administração Hospitalar pela Universidade de Nova Iorque, nos Estados Unidos de 1973 a 1974. Ele também foi presidente do Esporte Clube Vitória, entre 1978 e 1979 e é deputado federal desde 1999.

Especialistas divergem sobre impacto do cancelamento de títulos

Postado dia 28 de Setembro de 2018 às 08h25m

Por Guilherme Reis

Especialistas discordam sobre os impactos que o cancelamento dos 3.368 milhões de títulos por falta de recadastramento biométrico terá nas eleições. Anteontem, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por 7 votos a 2, rejeitou uma ação do PSB para que os eleitores que não conseguiram se recadastrar pudessem votar. “Essa ação é oportunista, veio na véspera da eleição. Não vejo prejuízo para as eleições, porque não há como mensurar quem votará em determinado candidato”, avalia a advogada eleitoral Deborah Guirra. Ela acredita que, por falta de informação, eleitores que tiveram seus documentos cancelados irão às urnas no próximo dia 7 e serão impedidos de votar. “Acredito que haverá muito esse problema”, diz. 

Já para o historiador político Carlos Zacarias, o candidato do PT à presidência da República, Fernando Haddad, poderá sofrer prejuízos, já que o Nordeste, região onde lidera nas intenções de votos, foi também a campeã em cancelamentos de títulos. Apenas na Bahia foram 586.333, a maior quantidade entre os estados. "Mas não acho que vá alterar o resultado das eleições”, ressalta. 

De acordo com Zacarias, isso não deve resultar em eventual cancelamento do pleito. “Quem for derrotado vai reclamar e vai ao TSE, mas isso não deve resultar em uma decisão contrária às eleições”, acredita. Na sessão de ontem, no TSE, o relator Alexandre de Moraes atendeu a um pedido do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) e informou que eleitores foram convocados por avisos nas contas de luz e água, por SMS, anúncios em rádio e TV e em partidas de futebol.

tribuna

Candidatos da majoritária já receberam R$ 16 milhões em campanha

Postado dia 27 de Setembro de 2018 às 08h22m

Por Henrique Brinco

Os candidatos das chapas majoritárias já gastaram mais de R$ 16 milhões para a  campanha ao Governo da Bahia em 2018. O governador Rui Costa (PT), por enquanto, segue na dianteira do levantamento com R$ 5.089.994,41. O segundo colocado nas pesquisas de intenção de voto, José Ronaldo (DEM), aparece com R$ 2.851.000,00. Já João Santana (MDB), que vinha chamando a atenção por receber uma fatia menor de fundo partidário que o postulante Lúcio Vieira Lima (MDB), que tenta a reeleição na Câmara dos deputados, agora aumentou o cofrinho: recebeu R$ 2.500.000,00 do partido. A ex-vice-prefeita de Salvador, Célia Sacramento (Rede), recebeu uma das maiores fatias da sigla de Marina Silva no Brasil: R$ 50.100,00. O socialista Marcos Mendes (PSOL) faz campanha com R$ 112.741,87 (desse valor, ele conseguiu R$1.276,00 de financiamento coletivo). O ex-prefeito de Salvador, João Henrique (PRTB), está fazendo uma campanha modesta, com R$1.500,00. Ele não recebeu nenhum recurso do partido e conta apenas com a doação de pessoas físicas. Por último, o candidato Orlando Andrade (PCO) é o que recebeu a menor fatia até agora: apenas R$600,00.

Na campanha ao Senado, apesar de aparecer em quarto lugar nas pesquisas, o deputado federal Jutahy Magalhães (PSDB) é o que está investindo mais pesado na campanha: R$1.955.897,00. Em seguida aparece o presidente da Assembleia Legislativa, Ângelo Coronel (PSD), que já recebeu R$1.466.600,00. Já o líder isolado nas pesquisas à senatoria, Jaques Wagner (PT), recebeu R$1.128.154,38. O deputado federal Irmão Lázaro (PSC), cotado para a segunda cadeira na câmara alta, declarou R$1.328.402,20. 

O socialista Fábio Nogueira (PSOL) tem R$110.100,00 do fundo partidário para fazer a campanha. O sindicalista Marcos Maurício (PSDC) tem R$ 25.000,00. Celsinho Cotrim (PRTB) recebeu R$10.136,55 (a maior parte de financiamento coletivo). O Comandante Rangel (PSL) recebeu R$3.400,00 de doação de pessoas físicas. Adroaldo Santos (PCO), por sua vez também aparece na lanterninha e tem disponível o mesmo valor do candidato ao Governo pelo partido: R$600,00. Francisco José (Rede) e Jorge Vianna (MDB) ainda não declararam recursos. As informações estão disponíveis no site DivulgaCand, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

tribuna

Ibope/TV Bahia: Rui Costa tem 61%, Zé Ronaldo chega a 10%

Postado dia 27 de Setembro de 2018 às 07h00m

Por Rodrigo Daniel Silva

O governador e candidato à reeleição Rui Costa (PT) manteve a liderança na nova pesquisa Ibope divulgada ontem, mas o seu principal adversário, José Ronaldo (DEM), cresceu. Segundo o instituto, se a eleição fosse hoje, o petista teria 61% das intenções de votos, um ponto a mais do que na consulta anterior. Já o democrata teria 10%, três pontos acima do que no levantamento da semana passada. A pesquisa apontou ainda que o candidato do PRTB, João Henrique, permanece com 2% das intenções de votos. Os postulantes Célia Sacramento (Rede), João Santana (MDB) e Marcos Mendes (PSOL) mantiveram 1%, cada um. Desta vez, Orlando Andrade (PCO) não pontuou. Os números de votos brancos e nulos caíram de 17% para 13%. Já não soube respondeu pulou de 10% para 11%. 

A consulta foi encomendada pela TV Bahia e foi a terceira depois da oficialização das candidaturas na Justiça Eleitoral. Desta vez, o Ibope entrevistou 1.512 pessoas, 504 a mais do que no levantamento anterior, que foi alvo de duras críticas do Democratas. Presidente do partido na Bahia, o deputado federal José Carlos Aleluia informou que iria pedir auditoria na Justiça sobre os resultados. Disse ainda que os números das pesquisas internas realizadas pela sigla eram “completamente divergentes” dos apresentados pelo Ibope, que vem “errando historicamente nas avaliações realizadas no estado da Bahia”. “Estamos vendo a insatisfação nos olhos da população em todos os municípios por onde passamos. Por isso, é muito estranho esse resultado”, disse sobre a análise anterior.

Presidente nacional do DEM e prefeito de Salvador, ACM Neto endossou o questionamento à consulta. Afirmou que já foi “vítima” de erro do Ibope em 2012, que, segundo ele, apontou que Nelson Pelegrino (PT) passaria para o segundo turno na frente dele. O candidato à reeleição Rui Costa tem evitado comentar as pesquisas. Tem dito que se mantém “trabalhando”, apesar de estar da liderança. "O primeiro sentimento é de gratidão pelo reconhecimento do povo baiano ao nosso trabalho. Vamos continuar trabalhando com muita humildade, no ritmo correria, olhando no olho das pessoas na capital e interior, e apresentando compromissos que possam ser cumpridos”, disse recentemente. No índice de rejeição, João Henrique continua como líder com 36%. Em seguida, aparece José Ronaldo com 26%. Rui Costa é o menos rejeitado com 14%.

tribuna

Fraudes em cartão de crédito nas transações de celular crescem no país

Postado dia 26 de Setembro de 2018 às 08h30m

O número de fraudes envolvendo cartões de crédito em transações pelo celular tem aumentado no país. Segundo levantamento do laboratório de cibersegurança da Psafe, entre janeiro e agosto deste ano já foram detectados mais de 6,7 milhões de golpes envolvendo bancos ou cartão de crédito no ambiente mobile. Ao todo, são 3,6 fraudes por minuto.

Ao todo, foram detectados 920 mil golpes na internet com o objetivo de roubar dados financeiros de consumidores para clonar cartões de crédito neste ano. Os meses de junho e julho tiveram os maiores registros, com 343,5 mil e 388 mil respectivamente. Os menores índices foram registrados em março (10 mil ataques) e abril (6,5 mil ataques). Neste ano, já foram identificadas 5,8 milhões tentativas de golpes a bancos.

Especialistas da PSafe apontam que não é ser possível determinar a motivação dos golpes. No entanto, o laboratório avalia que os dados variam de acordo com a sazonalidade e “criatividade” dos hackers. O aumento nos casos de golpes registrados nos meses de junho e julho podem estar associados ao período de férias escolares, em que as famílias costumam viajar mais e, consequentemente, usar mais o cartão de crédito.

Segundo os especialistas, hackers têm se aproveitado cada vez mais de contextos reais para criar golpes com um visual bastante crível, o que também influência o aumento dos casos de fraude.

O levantamento foi baseado na coleta de dados de detecções e bloqueios de ciberataques aos aparelhos dos mais de 20 milhões de usuários com o aplicativo de segurança dfndr, nos referidos períodos.

Alerta

De acordo com a diretora do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça, Ana Carolina Pinto Caram Guimarães, a pasta tem alertado os consumidores para verificarem a procedência dos sites e, principalmente, desconfiar de facilidades extremas oferecidas pelos estabelecimentos virtuais.

“Quando se fala de fraude, vai além de uma relação de consumo. É um crime praticado por pessoas que usam de má fé, se apropriam de dados do consumidor para se beneficiar indevidamente. Alguns benefícios oferecidos não são reais, são produtos com preços fora do valor real de consumo, sites que não têm índole boa. Tudo que tem muita facilidade, a gente convida o consumidor a ficar atento”, disse a diretora à Agência Brasil.

Segundo Ana Carolina Guimarães, o consumidor deve ficar atento às suas movimentações financeiras e comunicar imediatamente aos bancos ou às instituições financeiras caso verifique alguma inconsistência.

"Entre em contato com banco e peça o cancelamento do que estiver em desacordo. O consumidor também tem seu papel de verificar toda movimentação financeira. Os bancos ou estabelecimentos comerciais que não cancelarem imediatamente ou que não cuidarem de suas relações de consumo, como falha de segurança, vão responder juridicamente por essas falhas”, acrescentou.

Segundo a diretora, instituições financeiras têm aprimorado suas tecnologias para evitar golpes e fraudes aos clientes. “Há o caso de um banco que instalou o reconhecimento digital nas operações realizadas pelo celular e essa atitude reduziu mais de 80% nas fraudes no sistema. É necessário o constante aperfeiçoamento das tecnologias para que haja o efetivo combate desses golpes”, avaliou.

Dicas

Para evitar fraudes, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) sugere que o usuário pesquise as opiniões dos clientes do estabelecimento antes de realizar transações em plataformas de venda on-line.

Além disso, o órgão aconselha os compradores a buscarem empresas que forneçam o endereço físico no site, CNPJ, e um telefone de atendimento ao consumidor; orienta ainda a desconfiar de ofertas muito generosas e a comparar produtos similares em outros fornecedores.

A Senacon oferece ainda a plataforma Consumidor.gov.br, que reúne reclamações e avaliações dos clientes. O sistema permite a interlocução direta entre consumidores e empresas para solução de conflitos de consumo pela internet. Segundo o ministério, 80% das reclamações registradas no sistema são solucionadas pelas empresas, que respondem às demandas dos consumidores em um prazo médio de sete dias. Da Agência Brasil

tribuna

Presidenciáveis gastam R$ 130,4 milhões na campanha eleitoral

Postado dia 26 de Setembro de 2018 às 08h24m

A 12 dias do primeiro turno das eleições, os candidatos a presidente da República já gastaram R$ 130,4 milhões, segundo dados disponíveis no portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Pelo menos R$ 64,8 milhões foram destinados à produção de vídeos para a internet e dos programas eleitorais gratuitos, o que representa 49,7% do total.

Nesse montante estão incluídas as despesas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que teve a candidatura rejeitada pelo TSE, por causa da Lei da Ficha Limpa. Lula foi condenado em segunda instância por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex do Guarujá (SP). Está preso na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, desde abril.

A campanha de Lula declarou gastos de R$ 19,1 milhões e arrecadação de R$ 20,6 milhões. Foram aplicados R$ 13,5 milhões na produção dos programas de rádio e televisão. No último dia 11 de setembro, o ex-presidente foi substituído por Fernando Haddad (PT), que já aparecia nos programas iniciais do horário eleitoral gratuito. A campanha de Haddad declarou despesas de R$ 450 mil, com impulsionamento de conteúdo na internet.

Maiores gastos

Até agora, o candidato que mais gastou foi Henrique Meirelles, do MDB. Meirelles financia a sua própria campanha: destinou R$ 45 milhões para as eleições. Ao TSE, a campanha de Meirelles declarou despesas de 43,3 milhões, sendo R$ 24, 8 milhões para a produção dos programas de rádio e televisão, mais R$ 5,8 milhões para criação e inclusão de páginas na internet.

O candidato que mais arrecadou foi o tucano Geraldo Alckmin, que concorre por uma coligação de nove partidos. Conforme declaração publicada no portal do TSE, Alckmin recebeu R$ 51 milhões, 97,8% do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), constituído de recursos orçamentários para o processo eleitoral.

A campanha tucana gastou R$ 42,9 milhões, sendo R$ 15,2 milhões destinados à produção dos programas de rádio e televisão, bem como de vídeos. Outros R$ 14,6 milhões foram repassados para candidatos aliados, R$ 6,9 milhões financiaram a confecção de material impresso e R$ 2,5 milhões custearam os deslocamentos do candidato e assessores pelo país.

Na outra ponta está o Cabo Daciolo (Patri). Ele foi o candidato que declarou a menor arrecadação e o menor gasto: R$ 9.100 arrecadados do financiamento coletivo e R$ 738 pagos para a empresa de arrecadação como taxa de administração. Daciolo quase não tem feito campanha. Optou por se recolher e rezar.

Fundo especial

Líder nas pesquisas de intenção de votos, Jair Bolsonaro (PSL), hospitalizado desde o dia 6 de setembro, quando levou uma facada na barriga em Juiz de Fora (MG), arrecadou R$ 998 mil, mas declarou à Justiça Eleitoral despesas de R$ 1,1 milhão.

Segundo os dados do TSE, R$ 347,5 mil foram destinados ao pagamento de serviços de terceiros, R$ 345 mil repassados a outros candidatos do PSL e R$ 240 mil para produção dos programas eleitorais.

A campanha de Ciro Gomes (PDT) recebeu R$ 20,2 milhões – 99% do fundo especial – e gastou R$ 8,4 milhões. Foram destinados R$ 2,4 milhões para impressão de propaganda eleitoral e R$ 2,2 milhões para produção dos programas de rádio e televisão. Marina Silva (Rede) arrecadou R$ 7,2 milhões e gastou a metade desse total na campanha.

Conforme prestação de contas à Justiça Eleitoral, o PSOL conseguiu R$ 6 milhões para a campanha de Guilherme Boulos, 99% do fundo especial. O presidenciável gastou R$ 3,6 milhões no processo eleitoral, sendo R$ 1,1 milhão na contratação de serviços de terceiros.

O candidato do Podemos, Alvaro Dias, declarou R$ 5,3 milhões arrecadados e R$ 5,7 milhões de despesas. Pouco mais de 80% desse total foram usados na produção dos programas do horário eleitoral gratuito. A campanha de Dias informou ainda gastos de R$ 1 milhão no deslocamento do candidato pelo país.

A campanha do partido Novo arrecadou R$ 2,8 milhões, sendo que R$ 100 mil doados pelo candidato João Amoêdo. Até agora, o partido declarou despesas de R$ 887,3 milhões. José Maria Eymael recebeu R$ 828 mil e gastou R$ 215,4 mil.

O fundo especial é a principal fonte de financiamento das campanhas do PSTU e do PPL. João Goulart Filho (PPL) arrecadou R$ 317,8 mil - 99% do fundo especial – e gastou R$ 209 mil, a maior parte na produção do horário eleitoral. Vera Lúcia (PSTU) recebeu R$ 402,8 mil - 99,3% do fundo especial – e gastou R$ 248,7 mil. Da Agência Brasil

tribuna

Lei da Ficha Limpa retira 173 candidatos das eleições de outubro

Postado dia 25 de Setembro de 2018 às 08h12m

Dos 29.101 candidatos que pediram registro, a Justiça Eleitoral rejeitou 1.888, o que representa 6,5% do total. Segundo dados disponíveis no portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 173 candidatos foram julgados inaptos por causa da Lei da Ficha Limpa, entre eles o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que disputaria o Palácio do Planalto pelo PT.

A falta de requisitos para registro - como a não comprovação de pleno exercício dos direitos políticos, alistamento eleitoral e filiação partidária - foi o principal motivo para indeferimento de candidaturas – 75,46% do total de pedidos. Treze candidatos foram considerados inaptos a disputar as eleições por abuso de poder e outros cinco por gasto ilícito de recursos.

A Justiça Eleitoral confirmou 27.213 candidaturas, um crescimento de 4% em relação a 2014, quando 26.162 disputaram as eleições gerais – presidente, governador, senador, deputado federal, estadual e distrital. Até agora, 682 candidatos renunciaram e três morreram.

Embora a corrida presidencial seja a mais discutida no país, a eleição para a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) é a mais disputada: são 40,88 candidatos por vaga. A Câmara Legislativa tem 24 cadeiras e se apresentaram 981 concorrentes.

As 26 assembleias legislativas têm 1.035 cadeiras e 17.950 candidatos, o que dá em média 17,34 concorrentes por vaga. Para as 513 vagas na Câmara dos Deputados, são 8.595 postulantes (16,75 por vaga).

Do total de candidatos, 13 disputam a Presidência da República, 202 concorrem a governador dos 26 estados e do Distrito Federal e 358 postulam o Senado. Neste ano, estão em disputa duas cadeiras de senador por estado, totalizando 54 vagas.

O PSL foi o partido que lançou o maior número de candidatos país afora – 1.543, 5,3% do total. Além do presidenciável Jair Bolsonaro, 942 concorrem a deputado estadual, 488 a deputado federal, 24 a deputado distrital, 22 a senador, 14 a governador, 11 a vice-governador e 41 a suplente de senador.

Na sequência vêm o PSOL, com 1.347 concorrentes e o PT, com 1.309 candidatos. Além do presidenciável Guilherme Boulos, o PSOL lançou candidatos a governador em 25 estados. O PT tem candidato a presidente, Fernando Haddad, e disputa 16 governos estaduais.

tribuna

Ciro diz que manifesto de Bolsonaro é mentiroso e cita Hitler

Postado dia 24 de Setembro de 2018 às 14h18m

Ciro Gomes, candidato do PDT à presidência da república cumpriu agenda de campanha na manhã desta segunda-feira (24), no Rio de Janeiro e questionou a sinceridade do manifesto que, em breve, será divulgado pela campanha de Jair Bolsonaro (PSL).

"Quando Hitler viu o erro do golpe que tentou, ele saiu da cadeia, escreveu um livro e aceitou, na retórica, o parlamento", afirmou Ciro, durante evento em Madureira, na zona norte do Rio.

"O candidato (Bolsonaro) tem declarações óbvias segregando mulheres, LGBTIs, negros. Um vice que diz que é profissional da violência. (O manifesto) é tudo mentira. É a mentira do Hitler", continuou Ciro.

O “Manifesto à Nação”, como tem sido chamado, faz parte da estratégia dos líderes da campanha de Bolsonaro, para suavizar a imagem do candidato, considerado radical por vários segmentos da sociedade.

Terceiro colocado nas pesquisas, Ciro Gomes voltou a falar que é o candidato mais preparado. "Sou o único candidato desses que têm competitividade capaz de proteger o Brasil dessa confrontação odienta do antipetismo e do petismo religioso. Essas eleições não são normais, o Brasil está dançando à beira do abismo. As mulheres brasileiras vão salvar mais uma vez a pátria", declarou.

O candidato defende a construção de mais presídios federais e o endurecimento do regime disciplinar diferenciado, para reús acusados de crimes graves.

Ciro ainda prometeu gerar 2 milhões de empregos em 2019, e levar o país a crescer 5%, em 2020.

tribuna

Raio Laser - 24/9 - De turma

Postado dia 24 de Setembro de 2018 às 09h49m

Nem todos os apoiadores do governador Rui Costa (PT) concordam em que ele deva ir aos debates entre os candidatos a governador da Bahia. Acham que, como líder absoluto das pesquisas de opinião, ele só se desgasta sendo confrontado por cinco candidatos que, em patamar muito inferior de intenções de votos, acabam saindo no lucro com a oportunidade de atacá-lo.

Apoio

O clima é de tal salve-se-quem-puder entre os candidatos a deputado da coligação do candidato a governador José Ronaldo (DEM) que começa a rolar uma forte paranoia de que alguns deles podem estar recebendo apoio do governador Rui Costa (PT) para se eleger. A acusação recai, pelo menos, sobre duas cabeças coroadas do oposicionismo. O problema é provar a suspeita.

Sem plano...

Nem assessores nem aliados do prefeito ACM Neto (DEM) conseguem uma palavra sua sobre qual deve ser o plano B do grupo com relação à sucessão nacional, caso Geraldo Alckmin (PSDB) não consiga desbancar o presidenciável do PT, Fernando Haddad, e chegar ao segundo turno contra o capitão reformado Jair Bolsonaro, candidato do PSL, até a eleição.

... B

O prefeito de Salvador, coordenador da campanha de Geraldo Alckmin à Presidência e responsável por um dos atos de rua mais representativos já realizados pelo candidato na Bahia, continua na tese de que vai lutar até o fim para que o tucano passe ao segundo turno, fazendo tudo o que estiver ao seu alcance para viabilizar sua eleição à Presidência.

Promessas

O candidato do Democratas ao governo do estado, Zé Ronaldo, visitou neste fim de semana  a cidade de Macaúbas, a 673 quilômetros de Salvador. Durante carreata, ele não perdeu a oportunidade e reiterou críticas ao governador Rui Costa (PT). “Eles prometeram a vocês a construção de uma clínica de hemodiálise e nada foi feito. Esse governo não consegue trazer para Macaúbas sequer uma ambulância do SAMU”, disse Zé Ronaldo.

Lobo solitário 

A insinuação dos bolsonaristas de que uma grande organização poderia estar por trás do agressor do candidato do PSL parece ter ruído a pó. Pelo menos, é o que se depreende da conclusão da Polícia Federal, segundo a qual Adélio Bispo agiu sozinho, sem, inclusive, nenhum tipo de financiamento de terceiros para tentar assassinar o presidenciável.

Esclarecimento

Ao contrário do publicado pela Tribuna, o ex-governador Jaques Wagner (PT) não disse que o deputado federal Irmão Lázaro (PSC) não deveria ser eleito ao Senado por ser evengélico, mas por defender a candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência da República, projeto frontalmente contrário ao petista. O fato ainda tentou ser capitalizado pelo presidente do PSC na Bahia, Heber Santana, para tentar ajudar na candidatura de Lázaro, mas ele foi obrigado a se recuperar ao constatar que Wagner nunca deu a declaração. Portanto, o colunista responsável pela nota errou.

 

 

Leia a Coluna completa na edição impressa do jornal ou na Tribuna Virtual (clicando na capa do jornal que está na home do site)

tribuna

Haddad vira alvo dos rivais em debate presidencial

Postado dia 21 de Setembro de 2018 às 08h02m

Com a ausência de Jair Bolsonaro (PSL), o candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, foi o alvo principal dos adversários durante o debate presidencial realizado na noite desta quinta-feira (20), pela TV Aparecida, na cidade do interior paulista. Estreante num encontro entre os presidenciáveis, Haddad foi questionado sobre denúncias de corrupção envolvendo petistas e a crise econômica originada no governo da presidente cassada Dilma Rousseff.

Haddad assumiu a candidatura presidencial do PT somente no dia 11 deste mês, em substituição a Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso na Lava Jato e barrado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Conforme as mais recentes pesquisas, ele está em segundo lugar nas intenções de voto, atrás do líder Bolsonaro – o candidato do PSL permanece internado se recuperando de uma facada.

O debate desta quinta-feira, promovido pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) no Santuário Nacional de Aparecida, também foi marcado pelo primeiro confronto direto entre Haddad e o tucano Geraldo Alckmin. O petista questionou Alckmin sobre sua posição em relação à reforma trabalhista e a emenda do Teto dos Gastos, aprovada no governo Michel Temer, com apoio do PSDB.

O ex-governador aproveitou a deixa para responsabilizar Dilma tanto pela crise econômica que gerou 13 milhões de desempregados quanto pelo fato de Temer ser o presidente. “Não precisaria a PEC do teto se não fosse o vale-tudo do PT que não tem limites para ganhar a eleição. São 13 milhões de desempregados, herança da Dilma e do PT. Quebraram o Brasil. O petrolão foi o maior escândalo do mundo”, disse Alckmin.

O petista disse que, se eleito, vai revogar a reforma trabalhista e o teto dos gastos e se defendeu citando mais uma vez a entrevista do ex-presidente do PSDB Tasso Jereissati ao Estado. “Quem se uniu ao Temer para trair a Dilma foi o PSDB. Ele que colocou o Temer com um programa totalmente contrário ao que foi aprovado nas urnas. Tasso Jereissatiassumiu que o PSDB sabotou o governo desde a reeleição”, disse Haddad. 

Henrique Meirelles (MDB), em outro momento, também afirmou que a crise “criada pelo governo da Dilma foi construída pela aplicação do programa do PT”. “Estamos vivendo o momento em que o Brasil saiu do fundo do poço, mas ainda tem milhões de desempregados.” 

Haddad retrucou lembrando que o emedebista foi durante oito anos presidente do Banco Central no governo Lula. “Considero a ingratidão um dos maiores pecados da política.”

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