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Ministra da Agricultura planeja missão à China em maio para ampliar exportações

Postado dia 18 de Março de 2019 às 11h21m

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, afirmou neste domingo (17) que planeja uma missão à China na primeira semana de maio. O objetivo é aumentar o número de estabelecimentos brasileiros habilitados (com autorização sanitária) para exportar carne suína, bovina e de frango para China, além de discutir a venda de soja.

Produtores agrícolas vinham se queixando da posição anti-China do Itamaraty, após o chanceler Ernesto Araújo afirmar que o Brasil não vai vender sua alma para exportar minério de ferro e soja e questionar se a relação com o país é benéfica para o Brasil. A China é o principal exportador desses produtos.

Segundo a ministra, o comércio com a China é muito importante para a agricultura brasileira. Na missão, uma das ideias é aumentar o leque de produtos exportados para os chineses. Tereza acompanha o presidente Jair Bolsonaro em viagem aos Estados unidos. Ela deve ter reunião no banco Interamericano de Desenvolvimento e no Departamento de Agricultura.

Na viagem, há expectativa de que a aproximação política entre os presidentes Donald Trump e Jair Bolsonaro facilite a solução de algumas pendências comerciais entre os dois países. Em relação à carne bovina in natura, cuja exportação para os EUA está suspensa desde 2017 por motivos sanitários, o governo brasileiro já enviou as respostas a todos os questionamentos dos americanos e espera sair de Washington com a promessa de uma missão técnica ao Brasil em breve.

Já o Brasil deve anunciar uma cota de importação 750 mil toneladas de trigo sem tarifa, uma reivindicação americana (fora da cota, a tarifa aplicada é de 10%). A cota corresponde a 13% do total de trigo importado pelo Brasil. A outra demanda dos americanos é abertura do mercado brasileiro para a carne de porco , mas a negociação não está avançada.

Fonte: Bahia Notícias.

Dependência da China foi principal tema de jantar de Bolsonaro nos EUA

Postado dia 18 de Março de 2019 às 10h20m

A ameaça estratégica representada pela China e a necessidade de reduzir a codependência com o gigante asiático foi um dos principais assuntos do jantar para o presidente Jair Bolsonaro na residência do embaixador do Brasil em Washington.

Segundo a reportagem apurou, o ex-estrategista de Donald Trump, Steve Bannon, discorreu longamente sobre a necessidade de reduzir a "co-dependência" da China e como administrar a relação com Pequim de modo a proteger os interesses nacionais brasileiros.

Uma das ideias abraçadas por uma ala do governo é uma cooperação entre Brasil e EUA para se coordenar em produção agrícola e ganhar alavancagem em seu poder de negociação com o mundo.

O chanceler brasileiro, Ernesto Araújo, e o ideólogo do bolsonarismo, Olavo de Carvalho, são dois dos maiores defensores de uma redução de exposição à China.

Já a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, está em sintonia com as queixas dos produtores agrícolas e organiza uma missão para a China no início de maio, com o objetivo de aumentar o número de estabelecimentos que podem exportar carne bovina, suína e frango para os chineses, além de aumentar a pauta exportadora para o país.

No jantar, Tereza ressaltou a importância das exportações agrícolas do Brasil para a China -o país asiático absorve cerca de 35% das vendas externas de produtos agrícolas do Brasil. O embaixador Sergio Amaral foi na mesma linha.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, ouviu atento às observações de Bannon e teria concordado em parte. Bannon teria dito que os chineses veem o Brasil da mesma forma que enxergam a Austrália e que o país está se tornando muito vulnerável à Pequim.

Esses temores estão em linha com as preocupações do governo americano sobre a expansão chinesa e o avanço tecnológico do país, principalmente com a Huawei na rede 5G -além dos problemas de segurança e da possibilidade de espionagem.

Autoridades americanas vêm falando com o governo brasileiro sobre isso. Bannon também abordou a falta de liberdade religiosa na China e o programa de investimentos chinês Belt and Road. As grandes prioridades da política externa brasileira no momento, na visão da cúpula do Itamaraty e de olavistas, seriam a entrada na OCDE, o clube dos países ricos; ganhar o status de membro afiliado da OTAN e evitar uma relação co-dependente da China.

O entendimento é que, a longo prazo, seria mais inteligente uma maior aproximação com Coreia do Sul e Japão do que com Pequim. Produtores agrícolas vinham se queixando da posição anti-China do Itamaraty, após o chanceler Ernesto Araújo afirmar que o Brasil não vai vender sua alma para exportar minério de ferro e soja e questionar se a relação com o país é benéfica para o Brasil.

Fonte: Bahia Notícias.

Praia do Aventureiro em Ilha Grande mantém tradições há décadas

Postado dia 18 de Março de 2019 às 09h50m

Ilha Grande na Costa Verde do Rio de Janeiro, ilha de Angras dos Reis é o local ideal para quem deseja de fato desconectar um pouco do mundo. Isso porque é quase impossível ter sinal de internet na ilha a não ser na Vila do Abraão.

 

A ilha possui mais de cem praias, e a Praia do Aventureiro é considerada a mais paradisíaca. Ela mantém tradições culturais há décadas. A pequena vila de pescadores com pouco mais de 100 moradores que ali vivem sem internet e sem energia elétrica, o pouco de energia que tem é através de geradores que funcionam a gasolina.

 

É o refúgio do refúgio.  O Aventureiro possui dois mirantes incríveis, uma piscina natural e o principal cartão postal do local e de Ilha Grande: o coqueiro deitado. Para se hospedar é preciso acampar em campings ou alugar quarto doméstico, bem diferente dos hotéis em Ilha Grande que oferece uma estrutura mais confortável ao visitante.

 

Há quem diga que estar no Aventureiro é realmente uma aventura, pois é um roteiro muito diferente dos atuais costumes, mas o nome também coincide na aventura que é chegar ao destino. O mar em ressaca, não é permitido embarcação por risco na travessia, sendo assim somente por trilha.

 

No verão, há controle de acesso feito pela fiscalização ambiental para preservação do local. São permitidos daí 560 pessoas por ocupação diária.

 

Fonte: Bahia noticias.

'Antigo comunismo não pode mais imperar', diz Bolsonaro nos EUA

Postado dia 18 de Março de 2019 às 09h20m

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) disse que o “antigo comunismo não pode mais imperar neste nosso ambiente que nós vivenciamos”. Segundo o jornal O Globo, a declaração ocorreu durante o jantar com pensadores da direita americana em Washington, nos Estados Unidos, e foi divulgada pelo porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros.

Com dois vereadores do PSC, bancada do governo na Câmara define vice-líderes

Postado dia 14 de Março de 2019 às 16h14m

A bancada do governo na Câmara de Salvador definiu sua relação de vice-líderes. A lista foi publicada na edição desta quinta-feira (14) do Diário Oficial do Legislativo e favorece o PSC, que ficou com a 1ª e a 2ª vice-lideranças. Por outro lado, o DEM perdeu as duas vagas que possuía. O líder do bloco é o vereador Paulo Magalhães Júnior (PV). Confira abaixo os aliados do prefeito ACM Neto que foram contemplados:

 

1º Vice-líder: Lorena Brandão (PSC), substituindo Duda Sanches (DEM)

2º Vice-líder: Ricardo Almeida (PSC), substituindo Alfredo Mangueira (MDB)

3º Vice-líder: Henrique Carballal (PV), substituindo Vado Malassombrado (DEM)

4ª Vice-líder: Cátia Rodrigues (PHS)

 

Fonte: Bahia Notícias.

Doria anuncia indenização de R$ 100 mil a famílias de mortos em escola em Suzano

Postado dia 14 de Março de 2019 às 15h30m

O governador João Doria (PSDB) anunciou nesta quinta-feira (14) que pagará indenização de cerca de R$ 100 mil para cada uma das famílias das sete vítimas do ataque na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, na Grande São Paulo.

Como os cinco alunos e as duas funcionárias estavam em uma escola estadual, suas famílias serão indenizadas pelo governo do estado em até 30 dias.

No entanto, caso optem por receber os R$ 100 mil, as famílias terão que assinar um documento se comprometendo a não acionar a Justiça para processar o governo do estado. Segundo Doria, essa possibilidade não pesou em sua decisão de indenizar.

"O governo do estado vai condicionar ao documento assinado pela família da vítima. Ao receber a indenização [a família terá que] abrir mão de qualquer processo indenizatório contra o estado de São Paulo. O compromisso do governo do estado é de que o pagamento será feito em 30 dias. Amanhã sai no Diário Oficial [do estado] as instruções, como proceder. Até 15 de abril o pagamento estará feito às famílias dos cinco jovens e das duas auxiliares de ensino", disse Doria.

"Evidentemente qualquer familiar pode tomar sua decisão. Não quer receber, prefere demandar o governo do estado, está no seu direito", concluiu o governador.

O governador disse ter tomado a decisão "independentemente de qualquer recurso judicial", e que as famílias poderão optar por não receber a indenização e acionar judicialmente o governo.

O vice-governador Rodrigo Garcia (DEM) disse que o decreto do governador é um reconhecimento da "responsabilidade civil" do governo e que um comitê executivo, coordenado pela Procuradoria-Geral do Estado, funcionará na delegacia regional de ensino de Suzano a partir desta sexta-feira (15) para lidar com o pagamento das indenizações.

A decisão de pagar a indenização foi adiantada pela coluna Monica Bergamo, da Folha.

O velório das sete vítimas está sendo realizado desde a manhã desta quinta-feira em um ginásio da cidade da Grande São Paulo. Milhares foram ao local prestar homenagens, formando uma grande fila do lado de fora. Alguns familiares chegaram a passar mal, sendo atendidos em ambulâncias

O massacre deixou ao menos oito mortos, incluindo o tio de um dos atiradores. Antes de irem à escola, Luiz Henrique de Castro e Guilherme Taucci Monteiro foram a um lava-jato, às 9h30, e atiraram no proprietário, que era tio de Guilherme e teria descoberto o plano da dupla. Eles, então, entraram em um carro alugado, um Onix branco que aparece em imagens de câmeras de vigilância.

Na sequência, os dois foram até o colégio, na mesma rua, onde chegaram por volta das 9h40. Um vídeo de câmera de segurança mostra que o primeiro a entrar foi Guilherme. Vestido de preto, usando um lenço com estampa de caveira e com uma mochila, ele sacou um revólver e começou a disparar em direção a um grupo de alunos e da coordenadora pedagógica, Marilena Ferreira Umezu, uma das vítimas. ?

O crime ocorre em meio ao debate sobre posse de armas e chama a atenção por ter sido cometido em dupla e longamente planejado. O presidente Jair Bolsonaro lamentou o atentado seis horas após ocorrido.

SEGURANÇA NAS ESCOLAS

Alocar policiais da reserva dentro das escolas será uma das iniciativas discutidas pelo secretário de Educação da gestão Doria (PSDB), Rossieli Soares, e pelo prefeito de Suzano Rodrigo Ashiuchi, para reforçar a segurança nos colégios das redes estadual e municipal.

A secretaria divulgou que faria uma revisão de procedimentos nos 5.300 colégios do estado de São Paulo.

“Temos em estudo a proposta de colocar alguns policiais em algumas escolas, não serão em todas”, afirmou o secretário na saída do velório coletivo de seis vítimas. Não respondeu, no entanto, se os policiais ficariam armados.

Ele listou outras ações que devem ser implementadas como instalação de sistemas eletrônicos de vigilância e barrar o acesso nos portões de entrada, principalmente nas escolas que têm indicadores de maior vulnerabilidade.

“Mas esta não é a mais efetiva ação para esse tipo de problema. Precisamos ir pro lado humano e discutir com os jovens. Precisa da família para ajudar a identificar o problema, para darmos suporte aos alunos que tenham sofrido de depressão ou bullying”, afirmou o secretário.

Fonte: Bahia Notícias.

Bolsonaro vai se reunir com ACM Neto e Caiado, diz jornal

Postado dia 14 de Março de 2019 às 15h06m

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) vai se reunir com o presidente nacional do DEM, o prefeito de Salvador, ACM Neto, e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, nos próximos dias, segundo o jornal Valor Econômico.

De acordo com a publicação, Bolsonaro fará também uma reunião conjunta com os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre , ambos do DEM.

Ainda segundo o jornal, esse movimento é uma inflexão na determinação inicial de Bolsonaro de substituir a interlocução com lideranças partidárias pelo diálogo com bancadas temáticas. Inicialmente, Bolsonaro apostava no alinhamento com as maiores bancadas do Congresso: as frentes parlamentares evangélica e do agronegócio. 

Fonte: Bahia Notícias.

Postado dia 14 de Março de 2019 às 11h40m

Pela segunda vez, o deputado federal Antonio Brito (PSD-BA) foi eleito, nesta terça-feira (13), presidente da Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF) da Câmara, que tem a função de debater e aprovar posicionamentos em projetos de lei sobre as políticas públicas da saúde, assistência social, previdência social e temas ligados a Família. 

O colegiado, que é composto 104 parlamentares, sendo 52 titulares e 52 suplentes, é o segundo maior da Câmara Federal. 

O parlamentar já havia presidido o colegiado no período de 2015/2016. Além da Comissão de Seguridade Social e Família, Antonio Brito preside a Frente Parlamentar de Apoio às Santas Casas, Hospitais e Entidades Filantrópicas e o Grupo Parlamentar Brasil-Portugal.

Fonte: Bahia Notícias.

Daniel Almeida é eleito coordenador da bancada baiana na Câmara

Postado dia 13 de Março de 2019 às 17h42m

O deputado federal Daniel Almeida (PCdoB) foi eleito e empossado, nesta quarta-feira (13), como o novo coordenador da bancada da Bahia na Câmara dos Deputados. 

 

O parlamentar do partido comunista venceu uma disputa com o deputado José Rocha (PR), que pode ter sido prejudicado pelo perfil governista (veja aqui). Almeida venceu a disputa por 20 votos a 15. Também cotado para a cadeira, o deputado Cacá Leão (PP) não participou da disputa. Quatro parlamentares estavam ausentes.

 

Fonte: Bahia Notícias.

Crime comum não deve ser apurado na Justiça Eleitoral, diz Moro sobre caso STF

Postado dia 13 de Março de 2019 às 14h35m

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, defendeu nesta quarta-feira (13) que crimes comuns, quando investigados em conexão com delitos eleitorais, permaneçam sob a alçada da Justiça Federal.

A declaração ocorre no dia em que o STF (Supremo Tribunal Federal) inicia um julgamento que pode decidir se casos de corrupção e lavagem de dinheiro, se relacionados a crimes eleitorais (como caixa 2), devem ou não ser enviados à Justiça Eleitoral.

"A Justiça Eleitoral, embora tenha excelentes condições e faça um trabalho excelente na organização das eleições e na solução de questões eleitorais, não está bem estruturada para julgar crimes mais complexos, como lavagem de dinheiro e crime de corrupção. Então o ideal é que haja uma separação", declarou Moro, depois de participar de um evento da Secretaria Nacional de Segurança Pública com comandantes das polícias militares dos estados.

Moro ressaltou que a posição do ministério da Justiça pela separação dos casos "já foi externada publicamente", mas disse esperar "respeitosamente que o Supremo profira a melhor decisão."

O julgamento desta quarta é considerado pela Procuradoria-Geral da República tão importante quanto a manutenção da prisão de condenados em segunda instância. Levantamento preliminar indica que não houve, na Justiça Eleitoral, condenados por corrupção nos últimos anos.

A PGR pede ao Supremo para dividir os processos, enviando para a Justiça Federal os crimes comuns e para a Eleitoral os de caixa dois. Até agora, porém, o STF tem remetido tudo para as varas eleitorais -o que, para procuradores, pode gerar impunidade.

Nesta quarta, o jornal Folha de S.Paulo revelou que os tribunais eleitorais têm deixado em segundo plano ações relativas a caixa dois delatadas na Lava Jato. O envio de processos para o âmbito eleitoral tem sido uma demanda de políticos, em uma série de casos ligados à operação.

Além de ser sobrecarregada com prazos e demandas relativos às eleições, a Justiça Eleitoral é considerada por advogados dos réus como atrativa para punições mais brandas.

ENTENDA A QUESTÃO

O que será discutido no STF? 

O tribunal deve começar, nesta quarta (13), um julgamento que pode decidir se processos envolvendo caixa dois (crime eleitoral) associado a delitos como corrupção e lavagem de dinheiro (crimes comuns) devem ser enviados por completo à Justiça Eleitoral ou se devem ser separados e enviados à Justiça comum e à Eleitoral. O caso em questão é o do inquérito que apura suspeitas de caixa dois, corrupção e evasão de divisas envolvendo o deputado Pedro Paulo (DEM-RJ) e o ex-prefeito do Rio Eduardo Paes (DEM).

O que diz a PGR?

Pede que os casos sejam separados. Para a PGR, a Justiça Eleitoral não está equipada para lidar com crimes complexos como o de corrupção e não tem profissionais especializados nisso. Favoráveis à medida defendem que Ministério Público e Polícia Federal se reestruturem para que os casos sejam investigados no âmbito da Justiça Eleitoral.

O que dizem os procuradores da Lava Jato?

Afirmam que a decisão pelo envio dos casos à Justiça Eleitoral pode esvaziar a Lava Jato e abrir precedente para que processos que já foram julgados pela Justiça comum sejam questionados juridicamente. Isso não é consenso entre especialistas.

O que o STF tem decidido até agora?

O entendimento dos ministros da Segunda Turma é que a Justiça Eleitoral, por ser especializada, tem preferência para julgar os crimes eleitorais e aqueles a eles relacionados. Na Primeira Turma ainda não houve votações envolvendo essa questão.

O que aconteceu com os casos enviados à Justiça Eleitoral?

Em São Paulo, casos da Lava Jato remetidos à Justiça Eleitoral em 2018 pouco andaram no Ministério Público Eleitoral. No âmbito da Lava Jato do Paraná, há condenações em até 6 meses na Justiça comum.

Fonte: Bahia Notícias.

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