Salvador, 18 de Novembro de 2017 - Tel: (71) 2104-1959

Saiba quem são os homens de confiança de Temer que estão sob suspeita

O presidente Michel Temer (PMDB) mantém ao seu lado homens que também estão sob suspeita. Entre eles, o ex-ministro Geddel Vieira Lima e o senador Romero Jucá. A lista foi feita pela coluna Poder, da Folha. Confira abaixo: Lúcio Funaro Apontado como operador do PMDB da Câmara dos Deputados e principalmente do ex-deputado Eduardo Cunha. Após meses de negociação, fechou em agosto sua delação premiada, já homologada pelo STF. Seus relatos foram utilizados na segunda denúncia da PGR contra Temer. É réu em um processo. José Yunes Amigo do presidente, o advogado é um dos seus principais conselheiros políticos. Foi alçado a assessor especial no início do governo, mas pediu demissão após ter seu nome citado por delatores da empreiteira Odebrecht. Foi citado no relatório sobre o "quadrilhão", após ser apontado por delatores como ponte para o recebimento de dinheiro da Odebrecht para o PMDB. É alvo de uma investigação, mas não é réu. Geddel Vieira Lima Alvo de duas investigações, foi o principal articulador do presidente no Congresso no primeiro ano da gestão Temer. Como ministro da Secretaria de Governo, tinha carta branca para negociar cargos e emendas. Preso sob a suspeita de tentar atrapalhar investigações, migrou em julho para prisão domiciliar, mas foi preso de novo após a apreensão de R$ 51 milhões em um apartamento atribuído a ele. Romero Jucá O senador por Roraima ganhou a confiança do presidente ao assumir a articulação do impeachment de Dilma (PT). Virou ministro do Planejamento, mas caiu após a Folha revelar áudio em que reclamava da Lava Jato. Em uma semana, em agosto, foi denunciado duas vezes pela PGR -uma na Operação Zelotes e outra na Lava Jato, sob suspeita de corrupção e lavagem de dinheiro. É alvo de 14 inquéritos no STF, mas não é réu. Eliseu Padilha Braço direito de Michel Temer e homem forte do governo federal, o ministro-chefe da Casa Civil da Presidência. É avaliado como o aliado mais fiel do presidente, de uma "obediência quase cega". É apontado por delatores da Odebrecht como o autor dos pedidos de dinheiro para campanhas do PMDB. Alvo de dois inquéritos no Supremo. Foi denunciado com Temer na segunda ação apresentada por Janot. Tadeu Filippelli Ex-vice-governador do DF, foi assessor especial do gabinete pessoal de Michel Temer e fazia a interlocução com parlamentares e empresários. Atuava em articula-?ções sigilosas, como a sondagem de ministeriáveis. Foi preso em maio acusado de corrupção e lavagem de dinheiro e solto dias depois. Caso envolvia o estádio Mané Garrincha, em Brasília, e partiu de relatos da delação da Andrade Gutierrez. Rodrigo Rocha Loures Ponte de Temer com lobistas e investidores, era um dos homens de confiança do presidente desde 2008, quando se conheceram na Câmara. Era tão próximo que foi quem intermediou a conversa com Joesley Batista, em março. Filmado carregando uma mala de dinheiro da JBS, foi denunciado pela PGR sob a acusação de corrupção passiva. Foi denunciado ainda, em setembro, desta vez sob suspeita de organização criminosa. Eduardo Cunha Principal avalista da chegada de Temer ao Planalto. Apesar da relação de proximidade, o presidente sempre teve cautela pela personalidade explosiva do ex-depu-?tado. Ameaça Temer com sua delação, em negociação. É alvo de duas investigações no STF e foi denunciado pela PGR sob a acusação de organização criminosa. Nomeação como ministro foi questionada porque seria tentativa de blindagem. Moreira Franco Um dos principais estrategistas do governo, é responsável pelo Programa de Parceria de Investimentos (PPI). Participa de todas as decisões governamentais e costuma ser voz de peso nas escolhas de Temer. É alvo de duas investigações no STF e foi denunciado pela PGR sob a acusação de organização criminosa. Nomeação como ministro foi questionada porque seria tentativa de blindagem. Coronel Lima São próximos desde a década de 1980, quando o coronel assessorou Temer no governo de SP. A fazenda de Lima era usada pelo presidente em comícios. Ganhou contratos milionários com o governo federal nos últimos anos. Operação o vincula a Temer, por meio de obras na casa de filha do presidente. Delação da JBS diz que foi entregue a ele R$ 1 milhão, a pedido do presidente. Não é réu e ainda não é formalmente investigado. Henrique Eduardo Alves O ex-líder do PMDB da Câmara era responsável, segundo a Procuradoria-Geral da República, pela distribuição de cargos em estatais e ministérios. Em troca, a PGR diz que ele recebia propina. Ex-ministro do Turismo, Alves foi preso em junho sob suspeita de ter recebido R$ 7,1 milhões em propinas. Foi denunciado na Justiça este ano e no ano passado.

19/09/2017

Em Nova York, Temer abre nesta terça debate da Assembleia Geral da ONU

O presidente Michel Temer faz, nesta terça-feira (19), em Nova York, o discurso de abertura da 72ª Assembleia Geral das Nações Unidas. Tradicionalmente, a fala inaugural do debate geral entre os chefes de Estado e de governo cabe ao presidente do Brasil. Conforme a agenda divulgada pela assessoria do Palácio do Planalto, a abertura dos debates está prevista para as 10h (hora de Brasília). Ao chegar à sede das Nações Unidas, Temer conversará com o secretário-geral da ONU, o português António Guterres. Temer é o primeiro chefe de Estado a discursar. Antes da fala do presidente do Brasil devem se pronunciar Guterres e o presidente da Assembleia Geral, o eslovaco Miroslav Lajcák. Temer seguiu com sua comitiva para os Estados Unidos na manhã de segunda, depois de empossar a nova procuradora-geral da República, Raquel Dodge. Já em Nova York, no mesmo dia ele participou de um jantar oferecido pelo presidente norte-americano Donald Trump. 2ª vez na ONU Essa é a segunda vez que Temer participa da Assembleia Geral da ONU como presidente do Brasil. Em setembro do ano passado, ele estreou no encontro logo após o desfecho do processo de impeachment que afastou Dilma Rousseff da Presidência da República. Em seu discurso, o peemedebista afirmou que o impeachment "transcorreu dentro do mais absoluto respeito à ordem constitucional". Desta vez, Temer abre os debates da assembleia menos de uma semana depois de ter sido denunciado novamente pelo, agora, ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Em artigo publicado na segunda (18) no jornal "O Globo", Temer afirmou que levará “boas notícias ao plenário da ONU”, entre as quais, dados para o último ano que indicam queda superior a 20% no desmatamento da Amazônia. O discurso de Temer, segundo apurou o G1, deve abordar temas como paz, direitos humanos, respeito à democracia e desenvolvimento sustentável. Parcerias comerciais também tendem a ser defendidas pelo presidente, que pretende aproveitar a oportunidade para destacar a retomada da economia do Brasil.

19/09/2017

Newsletter

Cadastre seu email para receber novidade por email.

Nome:

Email:

Fotos e Vídeos



Facebook

Home
O presidente do diretório estadual do PSDB em São Paulo, o deputado estadual Pedro Tobias, defende que o partido ouça a base do partido para decidir se continua ou desembarca do governo do presidente Michel Temer. "Quando a imprensa e a nossa cúpula fala da decisão só fala de deputados. Deveriam ouvir o partido. É mais justo que essa decisão (de ficar ou sair do governo) seja partidária e não só parlamentar. Não somos um país parlamentarista", disse Tobias. "Se os deputados têm interesse em determinado assunto, isso o governo pode resolver com uma emenda (parlamentar). Acho que o foro adequado para esse tipo de discussão são os diretórios", disse Tobias. A legenda vai reunir nesta segunda (12), em Brasília, toda a sua direção, congressistas, governadores, prefeitos de capitais e dirigentes regionais para decidir a manutenção ou a retirada do apoio a Temer. Segundo Tobias, os diretórios têm que ter voz forte no debate. "Os diretórios têm que ser ouvidos nessa reunião. Eu vou falar. No máximo, podem tentar tapar a minha boca". Matéria publicada neste domingo (11) pela Folha de S.Paulo mostrou que os parlamentares tucanos vão divididos para a reunião. A reportagem procurou os 56 deputados federais e senadores da legenda. Dos 49 parlamentares que responderam, 19 declararam apoio ao movimento de rompimento com o Palácio do Planalto, 19 querem permanecer no governo -ao menos por enquanto- e 11 se declararam indecisos ou não quiseram opinar. O presidente do partido, senador Tasso Jereissati (CE), que evitava se posicionar sobre o tema, sinalizou pela primeira vez esta semana um movimento de desembarque, ao dizer que a sigla, que tem quatro ministérios, não precisa de cargos para apoiar as reformas econômicas apresentadas por Temer. Enxergando uma tendência de rompimento, o Palácio do Planalto contra-atacou. Temer convocou os ministros tucanos para tentar enquadrar a cúpula da sigla e, ao longo da semana, recebeu pessoalmente 18 dos 46 deputados do PSDB. O líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), reuniu-se com Tasso para levar o recado: "Se o PSDB deixar hoje a base, vai ficar muito difícil de o PMDB apoiá-los nas eleições 2018. Política é feita de reciprocidade", disse, pouco antes do encontro. O PSDB é o segundo maior partido do Congresso e o maior aliado do PMDB de Temer, com 46 deputados federais e 10 senadores. Os votos tucanos são essenciais para barrar a provável denúncia da Procuradoria-Geral da República contra Temer. A divisão das bancadas do partido revela que os políticos mais antigos adotam um tom cauteloso e apresentam uma inclinação maior pela manutenção do apoio. A ala jovem é majoritariamente a favor do desembarque.

Explosão em sonda a serviço da Petrobras deixa quatro feridos

Postado dia 09 de Junho de 2017 às 15h26m

Uma explosão na sonda de perfuração de poços NS 32, que presta serviços para a Petrobras, deixou quatro feridos. O acidente ocorreu por volta das 8h desta sexta (9), na região do campo de Marli, na Bacia de Campos. De acordo com a estatal, a sonda pertence à Odebrecht Óleo e Gás. A unidade não estava em operação no momento do acidente. Três das quatro vítimas tiveram queimaduras pelo corpo. A quarta ficou com ferimentos leves, informou a Petrobras. A empresa diz que não houve incêndio nem danos ambientais. A explosão ocorreu em uma caldeira da sonda que, segundo o Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense (Sindipetro-NF), passava por manutenção. "O plano de emergência foi acionado imediatamente e equipes especializadas estão monitorando a sonda, que já se encontra em condição segura", disse a Petrobras. A empresa disse que está investigando as causas do acidente.
O presidente Michel Temer participou na manhã desta sexta-feira (9), no Grupamento de Fuzileiros Navais, em Brasília, de uma cerimônia da Marinha, enquanto os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) julgavam o pedido de cassação da chapa que ele formou com a ex-presidente Dilma Rousseff na eleição de 2014. Na cerimônia, de comemoração dos 152 anos da Batalha Naval do Riachuelo, considerada "data magna" da Marinha, foram entregues medalhas da Ordem do Mérito Naval, mais alta honraria da Marinha. Um dos condecorados é o ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal. A pedido da Procuradoria Geral da República, Fachin autorizou a abertura de inquérito para investigar Temer com base nas delações premiadas dos donos e de executivos da empresa JBS. Temer responde por supostas obstrução à Justiça, corrupção passiva e organização criminosa. Fachin não compareceu porque estava em Curitiba, para participar do evento de comemoração do centenário do Instituto dos Advogados do Paraná, compromisso assumido antes de receber o convite da Marinha, segundo informou a assessoria. Outro ministro do Supremo homenageado e que também não compareceu por compromisso assumido anteriormente foi Luís Roberto Barroso. Mesmo ausentes, os ministros receberão a medalha. Receberam a comenda em mãos os ministros Alexandre de Moraes, indicado por Temer para o STF; os ministros do Planejamento, Dyogo Oliveira; da Advocacia-Geral da União, Grace Mendonça; e o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn. Ao lado de Temer, o comandante da Marinha, Eduardo Bacelllar, discursou e fez referência à crise que, segundo ele, "ameaça destruir o sonho de grande nação". "Hoje assistimos ao país ser assolado por crise profunda e multifacetada. Assim como as tempestades dos mares em fúria trazem perigo ao navio, ameaça destruir o sonho de grande nação que podemos e devemos alimentar", afirmou o comandante da Marinha. Temer não discursou. Um servidor do cerimonial leu uma mensagem do presidente, na qual ele destaca as realizações da Marinha. "Reafirmo meu reconhecimento à nossa Força Naval. Nosso país tem a certeza de poder contar com a continuada abnegação de todos os que fazem a grandeza da Marinha do Brasil", diz o texto da mensagem.
O líder da oposição na Câmara de Salvador, o vereador José Trindade (PSL), classificou como um absurdo o desdobramento da licitação do primeiro trecho do BRT, que foi suspenso pela Justiça após mandado de segurança da empreiteira OAS. O juiz Ruy Britto, da 6ª Vara da Fazenda Pública de Salvador, determinou a suspensão do certame sob pena de multa à prefeitura. A construtora baiana teria feito questionamentos sobre os trâmites da licitação à comissão, mas não teria obtido retorno. Segundo o secretário de Mobilidade, Fábio Mota, a companhia se manifestou quando já teria expirado o prazo para tal. Em conversa com o BNews, Trindade disse que esse caso do BRT "é mais uma caixa-preta da prefeitura". "Esse projeto foi dado à prefeitura por quem? Foi uma grande empresa da Bahia que ofereceu o projeto. Eu perguntei isso a Fábio Mota no programa Se Liga Bocão, na rádio Itapoan, e ele respondeu ao vivo que nao sabe quem fez. Como é que um empreendimento envolvendo estas cifras cai no colo do secretário de Mobilidade e ele não sabe quem ofereceu?", questionou o oposicionista. "Tudo na prefeitura é envolto numa caixa preta, ningum pode saber de nada. Desde o início, desde a formatação do projeto que já havia interesses escusos sobre isso", sugere o vereador Trindade.
O presidente da Frente Parlamentar das Santas Casas, Hospitais e Entidades Filantrópicas, deputado federal Antonio Brito (PSDBA),fez um pronunciamento, nesta tarde (7), durante o Grande Expediente da Câmara dos Deputados. Em seu discurso, o parlamentar destacou a relevância das Santas Casas para a saúde brasileira, sobretudo como maior parceira do Sistema Único de Saúde (SUS), assim como abordou a situação de dificuldade enfrentada por estas entidades para manter o seu funcionamento. Entre diversos pontos apresentados, Brito ressaltou que as Santas Casas estão em um processo de aprimoração constante do seu sistema de gestão, com enfoque no gerenciamento de crise, e tem encontrado no Ministério da Saúde empenho para solucionar as dificuldades do setor com medidas emergenciais. Exemplo disso é a implementação do credenciamento e habilitação de diversos novos serviços para inúmeras entidades. Porém, ainda há a necessidade rever a forma de financiamento pelo SUS, que devido ao seu subfinanciamento, tem gerado desequilíbrio entre custos e receitas das instituições. O deputado destacou o papel da Frente Parlamentar em diversas conquistas do setor, a exemplo dos lançados pelo BNDES e Caixa Econômica Federal das linhas de crédito Caixa Hospitais e BNDES Saúde, assim como o Programa de Fortalecimento das Entidades Privadas Filantrópicas (PROSUS), iniciativa que concede a moratória das dívidas tributárias dessas entidades. Brito também salientou a criação da Comissão Especial para analisar o Projeto de Lei nº 7.606/2017 (PLS 744/2015 do Senado Federal), de autoria do eminente senador José Serra (PSDB/SP), que cria o Programa de Financiamento Preferencial às Instituições Filantrópicas e Sem Fins Lucrativos que atuam na área da saúde (ProSantas Casas). Esta proposição tem como objetivo criar, no âmbito das instituições financeiras oficiais federais, uma linha de crédito com juros diferenciados, com prazo para pagamento para reestruturação patrimonial de 15 anos, com 2 anos de carência; e, para capital de giro, 5 anos, com 6 meses de carência. O Projeto prevê ainda um montante de R$ 10 bilhões, divididos em 5 anos, a serem consignados no Orçamento Geral da União. Durante o pronunciamento, Antonio Brito foi aparteado pelos deputados Pastor Eurico (PHS/PE), Jones Martins (PMDB/RS), Bacelar (PODE/BA) e Goulart (PSD/SP), que destacaram a atuação do parlamentar em benefício das Santas Casas brasileiras.
É praticamente impossível, segundo a coluna Radar Online, da Veja, que o ex-presidente Lula seja denunciado na Operação Zelotes, que investiga um suposto esquema de venda de Medidas Provisórias durante o governo petista. A Polícia Federal indiciou Lula no dia 15, sustentando que ele praticou corrupção passiva. No Ministério Público, porém, há um entendimento de que a investigação não encontrou provas substanciais da participação do ex-presidente. Nesse caso, o inquérito será arquivado.
No próximo dia 9, durante a 25ª edição da Brazil National Tourism Mart (BNTM), a Secretaria de Turismo espera contar com a presença de diretores da nova gestora do aeroporto de Salvador, a empresa Vinci Airports - que administra 85 aeroportos no mundo [dois deles no Japão e todos os aeroportos de Portugal]. Ainda segundo explicou Alves durante coletiva nesta segunda-feira (5), no Hotel Fiesta, a empresa inicia a partir de 28 de julho uma gestão compartilhada com a Infraero antes de assumir integralmente. Conforme José Alves, os diretores pretendem dar “a cara de Salvador ao aeroporto” e fazer com que os turistas tenham vontade de voltar assim que passarem pelo equipamento. Sobre o BNTM, o secretário de Turismo diz ter expectativa positiva. "A gente entende que é um momento muito propício para se fazer negócio", afirmou ao BNews.
Com o término da campanha de vacinação contra a gripe para os grupos prioritários (idosos, crianças, gestantes, trabalhadores da área da saúde, entre outros), 14 estados mais o Distrito Federal anunciaram que vão oferecer também para o restante da população a partir desta segunda-feira (5). Os estados que já confirmaram a liberação foram Acre, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Roraima, Santa Catarina, Sergipe e Maranhão, além do Distrito Federal. Já os estados de Alagoas, Amapá, Ceará, Pernambuco e São Paulo não irão liberar a vacina pelo Sistema Único de Saúde. Em outros 7 estados, ainda não há definição sobre a liberação: Piauí: A secretaria estadual de saúde afirmou que a liberação não começa na segunda-feira, pois nessa data será feita uma reunião para definir os detalhes. Já a Fundação Municipal de Saúde de Teresina confirmou o início da vacinação para segunda. Paraná: Segundo a Secretaria de Saúde, "a ampliação da oferta da vacina da gripe para outros grupos dependerá de análise técnica da comissão de infectologia" do órgão, "em consenso com os municípios". Rio Grande do Norte: A Secretaria Estadual de Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap) disse que vai haver uma reunião na próxima segunda para decidir que medidas serão adotadas. Tocantins: A Secretaria de Estado da Saúde disse que ainda não recebeu a norma técnica sobre a liberação e só vai definir se poderá aderir a determinação na segunda-feira. Minas Gerais: a Secretaria de Estado de Saúde (SES) informou que, até o momento, não tem um posicionamento sobre a ampliação da vacinação no estado. O órgão disse ainda que deve haver uma definição nesta segunda. Paraíba: Segundo a Secretaria de Saúde do Estado, a ampliação depende de uma análise técnica que vai ser realizada em parceria com os municípios. Rondônia: A Secretaria de Saúde de Estado diz que ainda vai analisar a questão, mas deve definir ainda nesta segunda. Sobra de estoques Na sexta-feira (2), o Ministério da Saúde anunciou a liberação para todas as faixas etárias nesta segunda, enquanto durarem os estoques. Segundo o órgão, a medida só é válida neste ano. De acordo com o ministério, cada secretaria estadual de saúde terá autonomia para definir se libera ou não a vacinação para todas as faixas etárias. “Neste ano, tivemos poucos casos por influenza devido à baixa circulação do vírus. Em consequência disso, o público-alvo procurou menos os postos de saúde. No entanto, ainda há 10 milhões de doses de um montante de 60 milhões adquiridas. Para que não haja desperdício, já que estas vacinas só valem por um ano, decidimos estender a todas as faixas etárias, enquanto durarem os estoques”, disse em nota o ministro da Saúde, Ricardo Barros.
Na última semana, mais precisamente na quinta-feira (1) e sexta-feira (2), o cantor Gilberto Gil esteve em solo soteropolitano para participar de duas festividades. A primeira do recebimento do título de cidadã soteropolitana outorgada pela Câmara de Vereadores a sua esposa Flora Gil e a segunda nas comemorações da passagem do aniversário dela. Gil, baiano, com residência no Rio de Janeiro, nunca deixou de lado sua terra natal. O filho de médico e de professora primária, se formou em Administração pela Ufba e desde da década de 60 se envolveu com o cenário musical e cultural, foi expoente do movimento Tropicalista. Algum tempo depois também se aprofundou no cenário político quando foi eleito vereador em 1988 e, posteriormente, entre 2003 e 2008, chegou a ser ministro da Cultural no governo Federal. Apesar de um momento de saúde fragilizada no último ano, Gilberto Gil, 74 anos, mostra força de vontade para continuar tocando sua vida fazendo o que mais gosta: música. Em um rápido bate papo com o BNews, o cantor falou da sua relação com Flora Gil, não quis se aprofundar muito nos comentários políticos, criticou a gestão cultural pública no Brasil e relembrou seus tempos de vereador da cidade. BNews: Gil, creio que para sua família é um momento histórico. O título de cidadã soteropolitana a Flora é a oficialização do vinculo dela com Salvador? Gilberto Gil: É um olhar possível. Isso é uma oficialização da relação de Flora com essa cidade que ela tanto ama. É uma Casa que representa o povo, o município, tem essa envergadura e esse título pode significar isso e dar esse peso. Oficializou o casamento com Salvador. BNews: Mas bem antes dessa casamento dela com a cidade, vem o seu com ela... Gilberto Gil: Olha, é a melhor companheira que eu poderia ter. Eu fiz uma música para ela e que falava dessa importância da chegada dela em minha vida e que essa chegada se transformasse em uma permanência para o resto da vida e tá parecendo que é isso que vai ser (risos). É a minha companheira de 37 anos que já estamos juntos. Ela se familiarizou muito com meu modo de vive. Ela passou a participar da minha vida cultural, pois ela assumiu a gestão da minha carreira e isso forçou uma aproximação ainda maior entre nós. E é isso. "A minha opinião eu pensei, pensei e pensei e acabei concluindo que as palavras dizem sim e os fatos dizem não" Gil sobre o cenário político BNews: Mudando de assunto, queria saber qual a sua opinião sobre o cenário político neste atual momento? Você já foi vereador e ministro ao tempo que é um cantor muito conhecido e tem essa sensibilidade crítica tanto da visão de quem já foi político quanto da área cultura... Gilberto Gil: Eu não acho importante minha opinião. Começa por aí. Até por causa da quantidade de opiniões extraordinárias que são manifestadas hoje em dia. Por todos os meios e de todas as procedências. Opiniões de todos os quilates e tudo. Então não acho importante. Mas como todo cidadão... eu até escrevi um música que tô gravando que diz mais ou menos assim: “ok, ok, ok, ok já sei que querem a minha opinião, um papo reto sobre o que pensei, como interpreto a tal vil situação” e eu concluo dizendo que “então não falo, músico e poeta, me calo sobre a certeza e os fins. Meu papo reto sai sobre patins, a deslizar sobre os alvos e as metas”. Ou seja, a minha opinião eu pensei, pensei e pensei e acabei concluindo que as palavras dizem sim e os fatos dizem não. É muita coisa pra ter opinião. Mas a gente chegou a viver tempos muito mais terríveis e com déspotas menos esclarecidos que os atuais (risos). BNews: E a gestão cultural no Brasil? Mudou alguma algo de um tempo pra cá? Gilberto Gil: Nada. Sempre foi um problema no ponto de vista da participação do Estado, por conta de uma visão... primeiro, quase que assistencialista que todo o Estado tem com os grandes setores culturais e universos dos produtores e criadores de cultura, depois por causa ainda da falta de verba, que não tem verba... e essa falta que também ajuda a não desenvolver novos quadros, preparados, para gerir cultura no Brasil. Não se faz relação de uma integração interessante com os meios produtivos da cultura. A gestão pública, vendo por esse ângulo dos municípios, Estados e União, é uma dificuldade muito grande no Brasil. São instituições pauperizadas e sem força para se qualificar, embora muito desejo, muita ambição e qualificação, muito sonho... a realidade, contudo, é muito dura. BNews: Você está aqui na Câmara, no Paço Municipal, local no qual exerceu seu mandato de vereador em 1989. O que você guardou de lembrança daqui? Gostou de ter passado pela vereança? Gilberto Gil: Gostava, gostava sim! Eu relativamente assíduo. Vinha e participava das sessões. Era época da confecção da lei orgânica do município que corresponde a constituição. Tínhamos tidos a constituição nacional que foi seguida pela constituição estadual e a LOM. Então era momento de muita efervescência interna no sentido de recomposição da estrutura institucional da Câmara. E ali eu tive participação, trouxemos a questão ambiental para os conjuntos das questões. Criamos uma comissão de Meio Ambiente aqui. A questão cultural também tinha uma preponderância interessante até porque era uma época que a gestão municipal, através da prefeitura de Mário Kértesz, tinha também um certo empenho com a relação cultural da cidade... e o convívio com os pares, com os vereadores, também era interessante. Tinha um convívio com os velhos que estavam aqui há muitos anos como Osório Vilas Boas e outros e tinha uns novos chegando comigo. Foi um tempo interessante. Tinham os embates e ainda hoje eu tava vindo com uma amiga que foi minha assistente de gabinete, a época, e ela tava lembrando que “puxa vida, tempos mais calmos hoje, né?” (risos). Ela lembrou quantas vezes saímos daqui cercados de gente querendo, enfim, agressivamente, enfim, manifestar suas ideias e insatisfações. É um leque de memórias de todos os esses tipos: de coisas boas, não tão boas, colegas interessantes, de gente de todo tipo e o trabalho que fazíamos pela cidade. Bocão News: E, para encerrar, tem alguma novidade sua? Algum lançamento? Gilberto Gil: Breve vocês vão conhecer. Eu tô fazendo um disco. Essas estrofes que recitei para você são de uma música que fará parte desse disco. Ainda estamos preparando.

Lula diz que já provou inocência e pede fim da 'palhaçada'

Postado dia 01 de Junho de 2017 às 23h44m

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira (1º), ao discursar na abertura do 6º Congresso Nacional do PT, em Brasília, que já provou a inocência e pediu o fim da "palhaçada" das acusações contra ele. Lula é réu no âmbito das operações Lava Jato e Zelotes. O Ministério Público Federal o acusa, por exemplo, de ter sido beneficiado com o esquema de corrupção que atuou na Petrobras, o que o ex-pesidente sempre negou. "Eu não quero que vocês se preocupem com meu problema pessoal. Esse, eu quero decidir com o representante do Ministério Público, da Lava Jato. Quero decidir com eles. Eu já provei minha inocência, agora vou exigir que eles provem minha culpa, porque cada mentira contada será desmontada", disse o ex-presidente. "Eu e Dilma temos até conta no exterior. Eu nem sabia que ela tinha e ela não sabe que eu tenho. Um canalha diz que fez uma conta para mim e uma para a Dilma, mas que está no nome dele. E ele mexe com a grana. Então, é o seguinte: chegou o momento de parar com a palhaçada nesse país. Esse país não comporta mais viver nessa situação de achincalhamento e o Partido dos Trabalhadores tem de dar uma resposta clara para a sociedade", acrescentou Lula. No congresso do PT, que irá até sábado (3), o partido elegerá o novo presidente nacional da sigla. Até a noite desta quinta, havia três candidatos: os senadores Gleisi Hoffmann (PR) e Lindbergh Farias (RJ), além de um nome ligado ao movimento negro, José de Oliveira. Além disso, será debatido no congresso do PT um documento em que o partido critica a Operação Lava Jato, que ajudou a instalar uma "justiça de exceção" com o "objetivo de destruir o PT" e o ex-presidente Lula.

Histórico de Conteúdo

Enquete

Você é a favor da Redução da Maioridade Penal para 16 anos?

Resultado

©2013 Elite Estratégias Políticas - Todos os direitos reservados