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20/11/2017

Saiba quem são os homens de confiança de Temer que estão sob suspeita

O presidente Michel Temer (PMDB) mantém ao seu lado homens que também estão sob suspeita. Entre eles, o ex-ministro Geddel Vieira Lima e o senador Romero Jucá. A lista foi feita pela coluna Poder, da Folha. Confira abaixo: Lúcio Funaro Apontado como operador do PMDB da Câmara dos Deputados e principalmente do ex-deputado Eduardo Cunha. Após meses de negociação, fechou em agosto sua delação premiada, já homologada pelo STF. Seus relatos foram utilizados na segunda denúncia da PGR contra Temer. É réu em um processo. José Yunes Amigo do presidente, o advogado é um dos seus principais conselheiros políticos. Foi alçado a assessor especial no início do governo, mas pediu demissão após ter seu nome citado por delatores da empreiteira Odebrecht. Foi citado no relatório sobre o "quadrilhão", após ser apontado por delatores como ponte para o recebimento de dinheiro da Odebrecht para o PMDB. É alvo de uma investigação, mas não é réu. Geddel Vieira Lima Alvo de duas investigações, foi o principal articulador do presidente no Congresso no primeiro ano da gestão Temer. Como ministro da Secretaria de Governo, tinha carta branca para negociar cargos e emendas. Preso sob a suspeita de tentar atrapalhar investigações, migrou em julho para prisão domiciliar, mas foi preso de novo após a apreensão de R$ 51 milhões em um apartamento atribuído a ele. Romero Jucá O senador por Roraima ganhou a confiança do presidente ao assumir a articulação do impeachment de Dilma (PT). Virou ministro do Planejamento, mas caiu após a Folha revelar áudio em que reclamava da Lava Jato. Em uma semana, em agosto, foi denunciado duas vezes pela PGR -uma na Operação Zelotes e outra na Lava Jato, sob suspeita de corrupção e lavagem de dinheiro. É alvo de 14 inquéritos no STF, mas não é réu. Eliseu Padilha Braço direito de Michel Temer e homem forte do governo federal, o ministro-chefe da Casa Civil da Presidência. É avaliado como o aliado mais fiel do presidente, de uma "obediência quase cega". É apontado por delatores da Odebrecht como o autor dos pedidos de dinheiro para campanhas do PMDB. Alvo de dois inquéritos no Supremo. Foi denunciado com Temer na segunda ação apresentada por Janot. Tadeu Filippelli Ex-vice-governador do DF, foi assessor especial do gabinete pessoal de Michel Temer e fazia a interlocução com parlamentares e empresários. Atuava em articula-?ções sigilosas, como a sondagem de ministeriáveis. Foi preso em maio acusado de corrupção e lavagem de dinheiro e solto dias depois. Caso envolvia o estádio Mané Garrincha, em Brasília, e partiu de relatos da delação da Andrade Gutierrez. Rodrigo Rocha Loures Ponte de Temer com lobistas e investidores, era um dos homens de confiança do presidente desde 2008, quando se conheceram na Câmara. Era tão próximo que foi quem intermediou a conversa com Joesley Batista, em março. Filmado carregando uma mala de dinheiro da JBS, foi denunciado pela PGR sob a acusação de corrupção passiva. Foi denunciado ainda, em setembro, desta vez sob suspeita de organização criminosa. Eduardo Cunha Principal avalista da chegada de Temer ao Planalto. Apesar da relação de proximidade, o presidente sempre teve cautela pela personalidade explosiva do ex-depu-?tado. Ameaça Temer com sua delação, em negociação. É alvo de duas investigações no STF e foi denunciado pela PGR sob a acusação de organização criminosa. Nomeação como ministro foi questionada porque seria tentativa de blindagem. Moreira Franco Um dos principais estrategistas do governo, é responsável pelo Programa de Parceria de Investimentos (PPI). Participa de todas as decisões governamentais e costuma ser voz de peso nas escolhas de Temer. É alvo de duas investigações no STF e foi denunciado pela PGR sob a acusação de organização criminosa. Nomeação como ministro foi questionada porque seria tentativa de blindagem. Coronel Lima São próximos desde a década de 1980, quando o coronel assessorou Temer no governo de SP. A fazenda de Lima era usada pelo presidente em comícios. Ganhou contratos milionários com o governo federal nos últimos anos. Operação o vincula a Temer, por meio de obras na casa de filha do presidente. Delação da JBS diz que foi entregue a ele R$ 1 milhão, a pedido do presidente. Não é réu e ainda não é formalmente investigado. Henrique Eduardo Alves O ex-líder do PMDB da Câmara era responsável, segundo a Procuradoria-Geral da República, pela distribuição de cargos em estatais e ministérios. Em troca, a PGR diz que ele recebia propina. Ex-ministro do Turismo, Alves foi preso em junho sob suspeita de ter recebido R$ 7,1 milhões em propinas. Foi denunciado na Justiça este ano e no ano passado.

19/09/2017

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Mais de 8 milhões de venezuelanos votaram na eleição da Assembleia Constituinte deste domingo (30), segundo o órgão eleitoral do país. O número representa 41,53% do total de eleitores do país e é muito mais do que foi estimado pela coalizão opositora MUD (Mesa da Unidade Democrática), que previa apenas 2,48 milhões de pessoas votando, 12% dos 19,8 milhões dos eleitores.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) negou na manhã desta sexta-feira, 28, que tenha que dar explicações sobre os R$ 9 milhões de uma conta no BrasilPrev, do Banco do Brasil, montante bloqueado por Moro. "Eu não tenho que explicar nada", disse. "Tenho 76 palestras feitas no exterior. O dinheiro entrou pelo Banco Central, está depositado no Banco do Brasil. Não tem conta na Suíça, a certeza da minha honestidade é que eu não depositei na Suíça", disse à rádio Som Maior, de Criciúma, Santa Catarina. O ex-presidente afirmou, ainda, que o juiz é quem "tem que explicar porque bloqueou um dinheiro que está na previdência privada".
O ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli presta depoimento nesta sexta-feira (28), às 17h, na Justiça Federal da Bahia, em Salvador, na condição de destemunha de defesa da sendora Gleisi Hoffman (PT-PR).
Pesquisa Ibope encomendada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) mostra que o percentual de brasileiros que consideram o governo do presidente Michel Temer (PMDB) ruim ou péssimo é de 70%.

Políticos repassam concessões de TV e rádio a parentes

Postado dia 27 de Julho de 2017 às 15h36m

Deputados e senadores que eram sócios de emissoras de rádio ou TV repassaram as cotas a familiares. De acordo com a coluna Poder, da Folha, as transferências foram feitas após a instauração de inquéritos. Pela Constituição, eles não podem ser concessionários de serviços públicos. A Justiça tem apresentado entendimentos diferentes.
O ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobras Aldemir Bendine, preso nesta quinta (27) na 42ª fase da Lava Jato, tinha uma passagem só de ida para Portugal, para esta sexta-feira (28). Essa foi uma das razões que justificou o pedido de prisão, segundo o Ministério Público Federal. Bendine também tem cidadania italiana, o que aumentava a possibilidade de fuga.

Obra de R$ 6,4 milhões na BA-647 é autorizada por Rui

Postado dia 27 de Julho de 2017 às 15h35m

O governador Rui Costa assinou nessa quinta-feira (27), a ordem de serviço para restauração e pavimentação da rodovia BA-647, no trecho do entroncamento com a BR-330, no distrito de Palmeirinha. Com um investimento de R$ 6,4 milhões, a rodovia vai beneficiar 86 mil habitantes da região, com um tráfego diário de mais de mil veículos.
Deputados Eduardo Cunha chegou, por volta das 10h desta sexta-feira (14), para depor na Polícia Federal (PF), em Curitiba. Ele foi chamado para falar sobre a Operação Cui Bono, que investiga um esquema de fraudes na Caixa Econômica Federal

Geddel Vieira Lima pode ser solto nesta quinta-feira (6)

Postado dia 06 de Julho de 2017 às 06h14m

Nesta quinta-feira (6), ex-ministro Geddel Vieira Lima ficará frente à frente com o juiz Vallisney de Souza Oliveira, titular da 10ª Vara da Justiça Federal do Distrito Federal, em sua audiência de custódia. O juiz pode soltá-lo, escolher uma cautelar diversa da prisão, como tornozeleira ou prisão domiciliar, ou mantê-lo na Papuda. Para o Ministério Público, Geddel é um "criminoso em série" e faz do crime a "carreira profissional". O presidente do PMDB na Bahia foi preso sob acusação de tentar obstruir a Operação Lava Jato. Na terça-feira (4), foi transferido da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, para a Penitenciária da Papuda, também na capital federal. Responsável pelo decreto de prisão preventiva (determinada antes do julgamento), Vallisney deverá também colher opinião do Ministério Público sobre a necessidade da medida ou se a prisão pode ser substituída por restrições alternativas, como monitoramento eletrônico e prisão domiciliar, por exemplo. A audiência de custódia está marcada para as 9h40 desta quinta, na sala de audiências da 10ª Vara Federal, em Brasília. Na mesma sessão, o juiz federal também deverá se pronunciar sobre um pedido de soltura já protocolado pela defesa de Geddel. A defesa do ex-ministro afirma que a prisão é desnecessária e que há "uma preocupação policialesca muito mais voltada às repercussões da investigação para grande imprensa, do que efetivamente a apuração de todos os fatos".

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