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FERIADOS E PONTOS FACULTATIVOS EM 2016

Postado dia 05 de Janeiro de 2016 às 08h51m

 

Os feriados e pontos facultativos federais em 2016.

 

VEJA LISTA:
 
8 de fevereiro (segunda-feira) - Carnaval (ponto facultativo)
 
9 de fevereiro (terça) - Carnaval (ponto facultativo)
 
10 de fevereiro - Quarta-feira de Cinzas (ponto facultativo até as 14h)
 
25 de março (sexta) - Paixão de Cristo (feriado nacional)
 
21 de abril (quinta) - Tiradentes (feriado nacional)
 
1º de maio (domingo) - Dia Mundial do Trabalho (feriado nacional)
 
26 de maio (quinta) - Corpus Christi (ponto facultativo)
 
7 de setembro (quarta) - Independência do Brasil (feriado nacional)
 
12 de outubro (quarta) - Nossa Senhora Aparecida (feriado nacional)
 
28 de outubro (sexta) - Dia do Servidor Público (ponto facultativo)
 
2 de novembro (quarta) - Finados (feriado nacional)
 
15 de novembro (terça) - Proclamação da República (feriado nacional)
 
25 de dezembro (domingo) - Natal (feriado nacional)
 

Tabela de Pagamentos PIS/PASEP 2015-2016

Postado dia 05 de Novembro de 2015 às 09h17m

 

PIS – Pago pelas agências da Caixa Econômica Federal

Nascidos em Recebem a partir de Recebem até
Julho 22/07/2015 30/06/2016
Agosto 20/08/2015 30/06/2016
Setembro 17/09/2015 30/06/2016
Outubro 15/10/2015 30/06/2016
Novembro 19/11/2015 30/06/2016
Dezembro 17/12/2015 30/06/2016
Janeiro 14/01/2016 30/06/2016
Fevereiro 14/01/2016 30/06/2016
Março 16/02/2016 30/06/2016
Abril 16/02/2016 30/06/2016
Maio 17/03/2016 30/06/2016
Junho 17/03/2016 30/06/2016

PASEP – Pago pelas agências do Banco do Brasil

Final da inscrição Recebem a partir de Recebem até
0 22/07/2015 30/06/2016
1 20/08/2015 30/06/2016
2 17/09/2015 30/06/2016
3 15/10/2015 30/06/2016
4 19/11/2015 30/06/2016
5 14/01/2016 30/06/2016
6 e 7 16/02/2016 30/06/2016
8 e 9 17/03/2016 30/06/2016

 

PEC das Domésticas

Postado dia 24 de Julho de 2013 às 17h12m

A PEC das Domésticas obriga a família brasileira a refazer as contas e dar mais atenção à carga horária dos empregados que mantêm a casa em ordem. O primeiro impacto será no bolso, com gastos com FGTS, horas extras e direitos equiparados aos de trabalhadores de outros setores. Em seguida, o esperado é uma transformação nos hábitos e na configuração das residências, que tendem cada vez mais a se parecer com os lares europeus e americanos, onde a contratada é cara e escassa e, por isso, há máquinas para quase tudo. A expectativa da indústria de eletrodomésticos é de que imediatamente entre em cena uma 'ajudante' ainda não muito presente na cozinha: a lava-louça.
 
Com a auxiliar menos tempo nas casas, donas-de-casa, maridos e filhos terão menos mordomia, e a tarefa diária inadiável e mais frequente é exatamente a de desaparecer com a sujeira que resta das refeições diárias. Atualmente, menos de 2% das casas têm lava-louça no Brasil. Entre as classes A e B a penetração é de 10% e, na classe C, a queridinha dos fabricantes, de somente 1%.
 
Um dos focos das empresas para dar o empurrão que falta para levar o consumidor ao ato da compra da lava-louça é acabar com alguns mitos. Entre eles o de que a máquina consome mais água. "Lavar a louça de uma família de quatro pessoas gasta por ano, em média, 300 horas (ou cerca de 49 minutos por dia). A lavagem da louça de forma manual, após uma refeição dessa família, gasta 40 litros de água. A lava-louça usa 20 litros”, afirma Mario Fioretti, gerente-geral de Design e Inovação da Whirlpool Latin America.
 
A lava-louça é a vedete do processo. Mas equipamentos como máquinas de lavar roupas mais sofisticadas e itens que aceleram as tarefas domésticas, de forma geral, também devem obter espaço. "O consumidor brasileiro quer ter a opção de, se não tiver auxiliar — que agora é mais cara e a oferta é menor —, encontrar produtos práticos, inovadores que vão facilitar o dia a dia. Se a dona de casa precisar colocar a mão na massa, ela sabe que o produto está ali para ajudar”, afirma Rafael Bonjorno, diretor de Marketing e Inovação da Electrolux.

CANDIDATO CALOURO

Postado dia 22 de Maio de 2013 às 15h58m

 

O exemplo do “candidato calouro”, aquele que entusiasticamente entra “com tudo” em sua primeira disputa eleitoral, é bastante comum em campanhas de qualquer cidade. Muitos “candidatos calouros”, interessados pelo processo político, incentivados por amigos, pelo líder partidário ou por interesses dos mais diversos, apostam todas as suas fichas na campanha eleitoral.

Acreditando que ser conhecido no bairro, cumprimentar a todos na rua e aparecer eventualmente nos programas eleitorais é a garantia do triunfo, utilizam-se de “armas infalíveis”, a exemplo do conhecimento interpessoal, como único instrumento para conquistar a vitória. Por vezes a empolgação é tamanha que chegam a se endividar na esperança de conseguir a vaga. Outros inclusive, por desconhecimento e ingenuidade, gastam todo o pouco recurso disponível ainda nas fases preliminares.

Terminada a campanha, pelos gastos de tempo e capital,  além do desgaste físico e emocional que uma eleição proporciona, a maioria dos “calouros” – muitos com boas idéias e intenções positivas – vai do sonho à dura realidade, penosa e cruel, em um verdadeiro “trote eleitoral”.

Após a derrota fragorosa, acabam se afastando da política e das campanhas eleitorais pela frustração da tentativa errônea, feita sem qualquer preparo ou planejamento prévio. Alguns até, injuriados, chegam a apontar os eleitores como culpados pela sua derrota, como se o problema residisse na ganância egoísta desses, e não na falta de planejamento e organização minimamente profissional da campanha. Perde o candidato, perde a cidade, perde a democracia.

O fato é que não há mais amadorismo em política, especialmente em eleições. Seja para qualquer cargo, das menores cidades e campanhas, até as maiores e mais ricas, o planejamento estratégico profissional é fundamental para trilhar o caminho da viabilidade eleitoral.

Uma campanha vitoriosa deve ser iniciada com antecipação em um planejamento criterioso, que defina as metas a curto e longo prazo, apontando o rumo a percorrer, da maneira mais eficiente e econômica, para se chegar ao lugar desejado: a vitória. Por outro lado, sem uma campanha eficaz, nenhum pretendente chega ao menos a disputar verdadeiramente uma eleição, pois, sem direção, se condena à derrota antecipada.

O marketing político-eleitoral está aí para isso, minimizar desperdícios de tempo, recursos e oportunidade, reduzindo as chances de erro e aumentando consideravelmente o grau de sucesso por meio de profissionalismo e estratégia. Seja ao “candidato calouro” ou ao político experiente, que não devem – nem podem – prescindir das melhores técnicas de pesquisa, comunicação e gestão de campanha. Sob pena de receber o “trote” das urnas, ainda que tardio.

Por Leandro Grôppo

Teste artigo 2

Postado dia 06 de Maio de 2013 às 11h26m

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Teste artigo

Postado dia 25 de Abril de 2013 às 15h27m

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